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dc.contributor.advisorHaas, Clarissapt_BR
dc.contributor.authorPardal, Renata Ribeiropt_BR
dc.date.accessioned2026-01-30T08:01:54Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/300893pt_BR
dc.description.abstractEsta pesquisa investiga o papel da orientadora educacional frente aos processos de patologização e medicalização da vida e da educação e à concepção inclusiva de escola assumida pelas políticas públicas educacionais em âmbito nacional, desde o final do século XX. Embora as concepções sobre a identidade profissional da orientadora educacional tenham avançado ao longo dos anos, prevalece a visão coercitiva e disciplinadora no exercício de suas atribuições que, por sua vez, retroalimenta os processos de medicalização dentro da escola. Portanto, com base em uma abordagem qualitativa, de natureza exploratória, a questão central desta pesquisa é: Como a ação da orientadora educacional pautada no modelo social da deficiência e na abordagem feminista da deficiência pode contribuir para subverter a lógica da medicalização da educação em curso e que afeta diretamente o público da Educação Especial e todos os estudantes considerados fora do padrão de desenvolvimento esperado pela escola? Os procedimentos metodológicos envolvem estudos bibliográficos e documentais e o referencial teórico adotado dialoga com o modelo social da deficiência ante a abordagem feminista da deficiência e com a abordagem tridimensional de justiça social. Deste modo, a pesquisa bibliográfica aponta um reduzido debate em torno do papel da orientadora educacional como agente de inclusão escolar, não tendo sido identificado pesquisas que abordem as suas atribuições associadas aos estudos da deficiência. Esses achados endossam os resultados da investigação em tela quanto à necessidade de que a atuação da orientadora educacional nos processos inclusivos seja orientada para a eliminação de barreiras, combate ao capacitismo estrutural, fomento às relações humanas amparadas na interdependência, na interseccionalidade e na ética do cuidado. À luz destes conceitos, foram delineados dispositivos pedagógicos para mobilizar a atuação da orientadora educacional em prol de uma cultura de acesso, acessibilidade, participação e aprendizagem. Conclui-se que a orientadora educacional pode contribuir com a transformação dos espaços e tempos escolares ao interagir com a comunidade escolar sob a ótica do modelo social da deficiência, colocando-se como parte da mudança e da transformação social que a Educação Inclusiva convoca a escola a realizar.pt_BR
dc.description.abstractThis research investigates the role of the educational counselor in the face of the processes of pathologization and medicalization of life and education, and the inclusive conception of school adopted by national public education policies since the end of the 20th century. Although conceptions of the professional identity of educational counselors have advanced over the years, a coercive and disciplinary view still prevails in the performance of their duties, which, in turn, reinforces processes of medicalization within schools. Grounded in a qualitative and exploratory approach, this study is guided by the following research questions: What is the role of the educational counselor from the perspective of the social model of disability and feminist disability studies? How can the counselor’s role in school inclusion processes be conceived, particularly in identifying students eligible for special education? In what ways can the counselor’s actions contribute to subverting the logic of educational medicalization, which directly affects students who fall outside the normative or expected patterns of development established by the school? The methodological procedures involve bibliographic and documentary research. The theoretical framework adopted draws on the social model of disability, the feminist approach to disability, and the tridimensional approach to social justice. The literature review reveals a limited discussion about the role of educational counselors as agents of school inclusion, and no studies were found that associate their responsibilities with disability studies. These findings reinforce the results of this investigation, highlighting the need for educational counselors’ practice in inclusive processes to be oriented toward the elimination of barriers, the fight against structural ableism, and the promotion of human relationships grounded in interdependence, intersectionality, and the ethics of care. In light of these concepts, pedagogical strategies were outlined to mobilize the counselor’s work toward fostering a culture of access, accessibility, participation, and learning. It is concluded that the educational counselor can contribute to transforming school spaces and practices by engaging with the school community through the lens of the social model of disability, positioning themselves as part of the process of change and social transformation that inclusive education calls upon schools to undertake.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEducational counselingen
dc.subjectOrientação educacionalpt_BR
dc.subjectInclusive educationen
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectSocial model of disabilityen
dc.subjectFeminist disability studiesen
dc.subjectEthics of careen
dc.titleEducação especial e gestão dos processos inclusivos na escola : o papel da orientadora educacional a partir do modelo social da deficiênciapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001300839pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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