Política de saúde no sistema prisional : o preconizado e o existente no RS (2014)

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Data
2015Orientador
Nível acadêmico
Especialização
Resumo
Introdução: esta pesquisa parte do pressuposto da importância do reconhecimento e da necessidade de garantia da saúde no sistema prisional brasileiro. Compreendese que quando a lei refere-se a “todos”, as políticas públicas devem criar mecanismos de atendimento à diversidade no contexto nacional. Objetivo: identificar se os estabelecimentos de saúde e as ações desenvolvidas estão em conformidade com a Política de Saúde do Sistema Prisional no Estado do Rio Grande do Sul (RS), em 2014. Método: e ...
Introdução: esta pesquisa parte do pressuposto da importância do reconhecimento e da necessidade de garantia da saúde no sistema prisional brasileiro. Compreendese que quando a lei refere-se a “todos”, as políticas públicas devem criar mecanismos de atendimento à diversidade no contexto nacional. Objetivo: identificar se os estabelecimentos de saúde e as ações desenvolvidas estão em conformidade com a Política de Saúde do Sistema Prisional no Estado do Rio Grande do Sul (RS), em 2014. Método: estudo quantitativo com coleta de dados realizada no Sistema Geopresídios, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e no Cadastro Nacional de Estabelecimentos em Saúde (CNES). Também foram coletados dados referentes às ações que são desenvolvidas no site da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) do RS. Resultados: o RS possui 97 estabelecimentos penais, com 32 Equipes de Saúde Prisional identificadas no CNES. Dados do sistema Geopresídios apontam para 32 estabelecimentos com gabinete odontológico e 37 com enfermaria, 28 destes com ambos. Foi identificada uma articulação entre as áreas de segurança pública e saúde para ações em torno da Política de Saúde no Sistema Prisional, entre elas, capacitação das equipes para a realização de testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite B e C; exames de colo do útero; vacinação contra a gripe A; palestras sobre doenças sexualmente transmissíveis; e distribuição de kits preventivos. Conclusão: nem todas as instituições penais contam com Equipes de Saúde Prisional (ESP), tampouco o desenvolvimento de ações em saúde prisional. Neste sentido não existe o cumprimento pleno do que está preconizado na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP). ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Administração. Curso de especialização em Gestão em Saúde (UAB).
Coleções
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Ciências Sociais Aplicadas (3542)
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