Negociantes del crédito : los lazos sociales y culturales de la mercantilización en el cooperativismo indígena del Ecuador
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Data
2017Autor
Orientador
Nível acadêmico
Doutorado
Tipo
Assunto
Resumen
A partir de la Nueva Sociología Económica, se busca comprender que el proceso de mercantilización está enraizado en diversas relaciones sociales. Las comunidades indígenas del Ecuador han permeado históricamente el crédito a través de sus relaciones comunitarias y asociativas. En este contexto, esta investigación cuestiona que la mercantilización o monetización separe la esfera social de la esfera económica; un marco teórico construido a lo largo de la teoría económica y sociológica del siglo X ...
A partir de la Nueva Sociología Económica, se busca comprender que el proceso de mercantilización está enraizado en diversas relaciones sociales. Las comunidades indígenas del Ecuador han permeado históricamente el crédito a través de sus relaciones comunitarias y asociativas. En este contexto, esta investigación cuestiona que la mercantilización o monetización separe la esfera social de la esfera económica; un marco teórico construido a lo largo de la teoría económica y sociológica del siglo XX. Para este análisis, se han utilizado los conceptos de habilidad social de Neil Fligstein y circuito de comercio de Viviana Zelizer para exponer cómo el crédito ha estado impregnado de una serie de lazos sociales diferenciados. Así, el cooperativismo de ahorro y crédito indígena se convierte en una innovación social que construye nuevas identidades y patrones culturales. Nuestra tesis demuestra que la racionalidad instrumental está conectada con la racionalidad fraternal. Por ello, la investigación se ha centrado en una reconstrucción histórica del mercado de crédito en comunidades indígenas del Ecuador, específicamente en aquellas que se encuentran en las alturas de los páramos andinos. La metodología de la investigación ha sido hipotético-deductiva, utilizando como marco teórico referencial dos principales categorías: habilidad social y circuito de comercio. En ese sentido, la metodología se enfocó en reconstruir históricamente y cualitativamente cómo se conecta el mercado de crédito con la habilidad social y una red de relaciones interpersonales (circuitos). Para ello, se ha desarrollado una triangulación de técnicas de recolección de información: a) Entrevistas a gerentes indígenas de cooperativas de crédito, agricultores familiares indígenas de las comunidades de Chibuleo y Pilahuín, y testimonios de personas que tengan algún tipo de contacto con las cooperativas indígenas. b) Revisión de archivos documentales: periódicos, revistas, testimonios escritos, cartas, documentos internos de cooperativas, documentales audiovisuales, películas, etc. c) c) Información bibliográfica secundaria relacionada con el objeto de estudio, como son las comunidades indígenas donde está presente el cooperativismo. El principal resultado de esta investigación es que las Cooperativas de Ahorro y Crédito Indígenas no se mueven simplemente por un interés monetario o el lucro, sino también por intereses, sociales, culturales, políticos y étnicos. Los indígenas aún depositan un valor cualitativo en el dinero que no es meramente una relación cuantitativa, ya que sus acciones incluyen elementos sociológicos que permiten conectar el crédito con la identidad étnica. Por ello, es necesario entender el cooperativismo de ahorro y crédito como una construcción social que implica abandonar posturas formalistas y sustancialistas. El cooperativismo no se ajusta completamente a los preceptos de la economía solidaria ni puede ser considerado totalmente una empresa capitalista que resuelva las externalidades del mercado. Finalmente, este trabajo contribuye a pensar un nuevo marco teórico sobre el campesinado andino. ...
Resumo
A partir da Nova Sociologia Econômica, procura-se compreender que o processo de mercantilização está enraizado em diferentes relações sociais. As comunidades indígenas do Equador, historicamente, têm permeado o crédito com suas relações comunitárias e associativas. Neste contexto, esta pesquisa questiona que a mercantilização ou monetização separe a esfera social da esfera econômica; que é uma estrutura teórica construída ao longo da teoria econômica e teoria sociológica do século XX. Para esta ...
A partir da Nova Sociologia Econômica, procura-se compreender que o processo de mercantilização está enraizado em diferentes relações sociais. As comunidades indígenas do Equador, historicamente, têm permeado o crédito com suas relações comunitárias e associativas. Neste contexto, esta pesquisa questiona que a mercantilização ou monetização separe a esfera social da esfera econômica; que é uma estrutura teórica construída ao longo da teoria econômica e teoria sociológica do século XX. Para esta análise, foram utilizados os conceitos de habilidade social de Neil Fligstein e o circuito de comércio de Viviana Zelizer, para expor como o crédito tem sido permeado por uma série de diferentes laços sociais. Portanto, o cooperativismo de poupança e crédito indígena torna-se uma inovação social que constrói novas identidades e padrões culturais. Dessa forma, nossa tese demonstra que a racionalidade instrumental está relacionada com a racionalidade fraternal. Por conseguinte, a pesquisa centrou-se na reconstrução histórica do mercado de crédito em comunidades indígenas do Equador, especificamente, aquelas que estão nas alturas dos páramos andinos. A metodologia de pesquisa tem sido hipotéticodedutiva, utilizando como referencial dois conceitos principais: habilidades sociais e o circuito de comércio. Nesse sentido, a metodologia focou-se na reconstrução histórica e qualitativa de como o mercado de crédito se conecta com as habilidades sociais e uma rede de relações interpessoais (circuitos). Para isso, desenvolveu-se uma triangulação de técnicas de coleta de informações: a) Entrevistas com gerentes indígenas de cooperativas de crédito, agricultores familiares indígenas das comunidades de Chibuleo e Pilahuín, e depoimentos de pessoas que tenham algum contato com as cooperativas indígenas; b) Revisão de arquivos documentais: jornais, revistas, registros escritos, cartas, documentos internos de cooperativas, documentários audiovisuais, filmes, etc.c) Informação bibliográfica secundária que tem relação com o objeto de estudo como são as comunidades indígenas onde tem presença o cooperativismo. O principal resultado desta pesquisa é que as Cooperativas de Poupança e Crédito Indígenas não se movem simplesmente por um interesse monetário ou lucro, mas também por interesses sociais, culturais, políticos e étnicos. Os indígenas ainda depositam um valor qualitativo no dinheiro, que não é meramente uma relação quantitativa, pois suas ações incluem elementos sociológicos que permitem conectar crédito e identidade étnica. Portanto, é preciso entender o cooperativismo de poupança e crédito como uma construção social, o que significa abandonar as posições formalistas e substancialistas. O cooperativismo de poupança e crédito não satisfaz plenamente os preceitos da economia solidária e também não consegue ser totalmente uma empresa capitalista que possa resolver as externalidades do mercado. Finalmente, este trabalho contribui para pensar um novo quadro teórico do campesinato andino. ...
Abstract
From the perspective of New Economic Sociology, the aim is to understand that the process of commodification is rooted in various social relations. The indigenous communities of Ecuador have historically permeated credit through their communal and associative relationships. In this context, this research questions the separation of the social and economic spheres in the commodification or monetization process; a theoretical framework developed throughout the 20th-century economic and sociologic ...
From the perspective of New Economic Sociology, the aim is to understand that the process of commodification is rooted in various social relations. The indigenous communities of Ecuador have historically permeated credit through their communal and associative relationships. In this context, this research questions the separation of the social and economic spheres in the commodification or monetization process; a theoretical framework developed throughout the 20th-century economic and sociological theories. For this analysis, the concepts of Neil Fligstein's social skill and Viviana Zelizer's circuit of commerce have been used to expose how credit has been infused with various social ties. Thus, indigenous savings and credit cooperativism become a social innovation that constructs new identities and cultural patterns. Our thesis demonstrates that instrumental rationality is connected to fraternal rationality. As a result, the research has focused on a historical reconstruction of the credit market in indigenous communities of Ecuador, specifically those located in the heights of the Andean paramos. The research methodology has been hypotheticaldeductive, using two main theoretical reference categories: social skill and circuit of commerce. Accordingly, the methodology has focused on qualitatively reconstructing how the credit market is connected to social skills and a network of interpersonal relations (circuits). To achieve this, a triangulation of information collection techniques has been employed: a) Interviews with indigenous credit cooperative managers, indigenous family farmers from Chibuleo and Pilahuín communities, and testimonials from individuals who have some form of contact with indigenous cooperatives; b) Review of documentary archives, including newspapers, magazines, written testimonials, letters, internal cooperative documents, audiovisual documentaries, films, etc; c) Secondary bibliographic information related to the object of study, such as the indigenous communities where cooperativism is present. The main finding of this research is that Indigenous Savings and Credit Cooperatives are motivated not solely by monetary interests or profit but also by social, cultural, political, and ethnic interests. Indigenous individuals still attribute qualitative value to money, transcending mere quantitative relationships, as their actions encompass sociological elements that link credit to ethnic identity. Therefore, it is essential to understand savings and credit cooperativism as a social construct, necessitating the abandonment of formalist and substantialist stances. Cooperativism does not entirely conform to the principles of a solidarity economy, nor can it be considered a fully capitalist enterprise capable of resolving market externalities. Ultimately, this work contributes to a new theoretical framework for Andean peasant communities. ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural.
Coleções
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