Palavras inacabadas : habitar a pesquisa com Marília Garcia, Elida Tessler e Georges Didi-Huberman
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Data
2025Autor
Tipo
Resumo
O presente ensaio foi escrito como um pequeno acontecimento em uma aula realizada no seminário que dá título ao texto, no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Propõe-se o gesto de pensar o inacabamento das palavras e, ao mesmo tempo, colocar em movimento a própria escrita e leitura. Busca uma problematização sobre os modos de ler, escrever e habitar a linguagem a partir de aproximações entre poesia, artes visuais e filosofia. Tomando como eixo a ob ...
O presente ensaio foi escrito como um pequeno acontecimento em uma aula realizada no seminário que dá título ao texto, no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Propõe-se o gesto de pensar o inacabamento das palavras e, ao mesmo tempo, colocar em movimento a própria escrita e leitura. Busca uma problematização sobre os modos de ler, escrever e habitar a linguagem a partir de aproximações entre poesia, artes visuais e filosofia. Tomando como eixo a obra Um teste de resistores, de Marília Garcia, o texto entrelaça experiências de leitura, memórias e diálogos com Elida Tessler, Leslie Kaplane Georges Didi-Huberman, investigando a escrita como prática de deslocamento, sempre marcada pelo inacabamento e pela sobrevivência das palavras. A leitura é concebida como gesto de montagem, em que lampejo e “palavras-vagalume” operam como cartografias críticas e afetivas, capazes de produzir constelações no espaço cotidiano. Quem sabe a escrita e a leitura sejam apenas palavras inacabadas, palavras que sobrevivem, apesar de tudo. ...
Contido em
Conexão Letras. Porto Alegre, RS. Vol. 20, n. 32 (2025), p. 1-13
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Nacional
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