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dc.contributor.authorRodrigues, Elisandropt_BR
dc.date.accessioned2025-10-01T07:54:54Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.issn1980-332Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/297636pt_BR
dc.description.abstractO presente ensaio foi escrito como um pequeno acontecimento em uma aula realizada no seminário que dá título ao texto, no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Propõe-se o gesto de pensar o inacabamento das palavras e, ao mesmo tempo, colocar em movimento a própria escrita e leitura. Busca uma problematização sobre os modos de ler, escrever e habitar a linguagem a partir de aproximações entre poesia, artes visuais e filosofia. Tomando como eixo a obra Um teste de resistores, de Marília Garcia, o texto entrelaça experiências de leitura, memórias e diálogos com Elida Tessler, Leslie Kaplane Georges Didi-Huberman, investigando a escrita como prática de deslocamento, sempre marcada pelo inacabamento e pela sobrevivência das palavras. A leitura é concebida como gesto de montagem, em que lampejo e “palavras-vagalume” operam como cartografias críticas e afetivas, capazes de produzir constelações no espaço cotidiano. Quem sabe a escrita e a leitura sejam apenas palavras inacabadas, palavras que sobrevivem, apesar de tudo.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofConexão Letras. Porto Alegre, RS. Vol. 20, n. 32 (2025), p. 1-13pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectLeiturapt_BR
dc.subjectEscritapt_BR
dc.titlePalavras inacabadas : habitar a pesquisa com Marília Garcia, Elida Tessler e Georges Didi-Hubermanpt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001294285pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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