Apoio : um ensaio cartográfico na gestão federal do SUS

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Data
2014Autor
Orientador
Co-orientador
Nível acadêmico
Especialização
Resumo
Das minhas experiências coletivas no território da gestão em saúde, no âmbito do governo federal, junto ao curso de Especialização em Saúde Coletiva e Educação em Saúde, no Departamento de Atenção Básica – DAB, do Ministério da Saúde – MS, entre os anos de 2013 e 2014, surgiram pensamentos e reflexões que, aqui neste trabalho, resultam um ensaio cartográfico acerca do Apoio enquanto dispositivo de gestão e organização do processo de trabalho no SUS. Com um pensamento “embebido” pelas produções ...
Das minhas experiências coletivas no território da gestão em saúde, no âmbito do governo federal, junto ao curso de Especialização em Saúde Coletiva e Educação em Saúde, no Departamento de Atenção Básica – DAB, do Ministério da Saúde – MS, entre os anos de 2013 e 2014, surgiram pensamentos e reflexões que, aqui neste trabalho, resultam um ensaio cartográfico acerca do Apoio enquanto dispositivo de gestão e organização do processo de trabalho no SUS. Com um pensamento “embebido” pelas produções teóricas de Débora Bertussi, Gustavo Nunes, Rossana Baduy, Nilton Pereira, Ricardo Ceccin, Emerson Merhy, Gastão Wagner, Gustavo Tenório e outros e inspirado pela possibilidade de abeiramentos com a filosofia de Gilles Deleuze e Felix Guattari, operei uma problematização no campo da saúde coletiva acerca do Apoio, a partir do território micropolítico no DAB. Trata-se de um estudo qualitativo que assume como objetivo explorar e mapear no que consiste o Apoio em algumas de suas mais difundidas modalidades (Apoio Institucional, Apoio Matricial, Apoio Matricial Rizomático, Apoio à Gestão, Apoio Intervenção e Apoio Integrado). Procurando encontrar pontos de conexões e desconexões entre tais formulações teóricas e o acompanhar nessas experiências, ensaiei uma análise do Apoio no DAB. O que está o Apoio no DAB? O que pode o Apoio no DAB? Uma elaboração do Apoio tomado como definição menor, enquanto um dispositivo de Educação Permanente na Produção da Saúde. Uma cartografia tecida em uma trama entre as afecções do vivido nos acontecimentos-movimentos-processos enquanto trabalhador-implicado no território micropolítico do trabalho em saúde, um bricoler-surfístico no qual possam estar endereçadas as relações intersubjetivas e interfederativas que ocorrem no trabalho cotidiano dos trabalhadores-apoiadores do governo federal no Sistema Único de Saúde – SUS. ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Especialização em Saúde Coletiva e Educação na Saúde.
Coleções
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Ciências Humanas (1951)
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