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dc.contributor.advisorNeves, Adriana Pirespt_BR
dc.contributor.authorOliveira, Joel Neves dept_BR
dc.date.accessioned2026-01-27T07:54:41Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/300778pt_BR
dc.description.abstractDentre os métodos para obtenção de hemocomponentes a serem utilizados na clínica reprodutiva equina, destaca-se o do plasma rico em plaquetas (PRP), o qual, assim como na medicina regenerativa, está ganhando espaço no tratamento de enfermidades, principalmente em razão de ser uma dose suprafisiológica de plaquetas. Este estudo tem, por objetivo, padronizar e validar dois protocolos abertos de coleta de sangue total para a produção de PRP, realizar a classificação desse produto biológico, avaliar a sua inocuidade, e por fim qual protocolo seria o, menos laborioso para ser utilizado, como opção de tratamento em enfermidades reprodutivas equinas. Foram selecionados 10 equinos, de diferentes raças, idades e sexo, realizados 4 protocolos (P1, P2, P3 e P4), sendo os P1 e P2 protocolos que utilizam o sistema fechado de coleta de sangue, e os P3 e P4 os que utilizam o sistema aberto de coleta de sangue, sendo estes os que se objetivou padronizar e validar. Observou-se que todos os protocolos podem ser considerados plasma rico em plaquetas puro, todos tiveram resultado negativo para a presença de contaminantes bacterianos e, na composição final do plasma rico em plaquetas puro, todos os protocolos apresentaram baixa concentração de eritrócitos e leucócitos. Os protocolos P3 e P4 foram os que tiveram uma recuperação máxima de plaquetas com uma concentração, respectivamente, de 2,6 e 3,3 vezes a concentração basal. Não foi observada perda da integridade ou viabilidade das plaquetas no produto final dos protocolos mencionados, pois não foram observadas grandes quantidades de agregados plaquetários, assim, o protocolo aberto de coleta de sangue total permite a adequada padronização e operacionalização no meio veterinário, por ser um protocolo em que se manipula um volume maior de plasma, possibilitando menor erro humano na execução, aliado à não contaminação do produto biológico, resultando em qualidade dos componentes, maior quantidade de plaquetas e baixa quantidade de leucócitos no produto final, demonstrando, mais uma vez, consistência para uma futura aplicabilidade dentro da clínica reprodutiva equina.pt_BR
dc.description.abstractAmong the methods for obtaining blood components to be used in equine reproductive practice, platelet-rich plasma (PRP) stands out, which, as in regenerative medicine, is gaining ground in the treatment of diseases, mainly because it provides a supraphysiologic dose of platelets. This study aims to standardize and validate two open protocols for whole blood collection for PRP production, to classify this biological product, assess its safety, and finally, determine which protocol would be the least laborious to use as a treatment option for equine reproductive diseases. Ten equines of different breeds, ages, and sexes were selected, and 4 protocols were performed (P1, P2, P3, and P4), with P1 and P2 being protocols that use the closed blood collection system, and P3 and P4 those that use the open blood collection system, the latter being the ones this study aimed to standardize and validate. It was observed that all protocols can be considered pure platelet-rich plasma, all tested negative for the presence of bacterial contaminants, and in the final composition of the pure platelet-rich plasma, all protocols showed a low concentration of erythrocytes and leukocytes. Protocols P3 and P4 had the maximum platelet recovery with a concentration of 2.6 and 3.3 times the baseline concentration, respectively. No loss of integrity or viability of the platelets was observed in the final product of the mentioned protocols, as no large quantities of platelet aggregates were observed. Thus, the open protocol for whole blood collection allows for adequate standardization and operationalization in the veterinary field, as it is a protocol in which a larger volume of plasma is handled, enabling less human error in execution, combined with the non-contamination of the biological product. This results in the quality of the components, a higher quantity of platelets, and a low quantity of leukocytes in the final product, demonstrating, once again, consistency for future applicability within equine reproductive practice.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectManejo de espécimespt_BR
dc.subjectReproductive clinicen
dc.subjectPRP protocolen
dc.subjectPlasma rico em plaquetaspt_BR
dc.subjectComposição sanguíneapt_BR
dc.subjectPlatelet-rich plasmaen
dc.subjectBlooden
dc.subjectContaminacao bacterianapt_BR
dc.subjectMedicina reprodutivapt_BR
dc.subjectEquinospt_BR
dc.titleCaracterização biológica do plasma rico em plaquetas para uso na clínica reprodutiva equinapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coBastos, Henrique Boll de Araujopt_BR
dc.identifier.nrb001300310pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Veterináriapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Animal: Equinospt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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