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dc.contributor.advisorAntoni, Edsonpt_BR
dc.contributor.authorAbreu, Ana Paula Zini dept_BR
dc.date.accessioned2025-08-19T07:59:48Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/295403pt_BR
dc.description.abstractO trabalho propõe-se a refletir sobre as lacunas e os alcances do ensino de história afro-brasileira, desde questões curriculares até as práticas pedagógicas, levando em conta, principalmente, que após a aprovação da lei 10.639/2003 torna-se obrigatório o ensino de história afro-brasileira em toda a educação brasileira. O primeiro ponto de discussão, é sobre o contexto escolar em que o ensino de história afro-brasileira está introduzido: esse espaço se propõe de forma antirracista ou, na verdade, pode ainda reforçar estereótipos? Apoiada no pensamento decolonial de autores como Catherine Walsh, Fals Borba, Walter Mignolo, Luis Rufino, entre outros, esse trabalho propõe-se a refletir sobre as possibilidades de criar “fissuras decoloniais” dentro do currículo escolar. Assim, essa pesquisa buscou estudar as epistemologias negras para o ensino de história afro-brasileira e, desta forma, rechear nossas aulas de história com expressividade, corporeidade e movimento, através das performances da oralitura (Martins, 2021). Portanto, essa dissertação tem o objetivo de investigar, refletir e propor estratégias pedagógicas sobre formas possíveis de aprender, ensinar e trocar saberes pelo/no/através do corpo, priorizando a construção do conhecimento histórico por meio das epistemologias negras.pt_BR
dc.description.abstractThis paper aims to reflect on the gaps and scope of teaching Afro-Brazilian history, from curricular issues to pedagogical practices, taking into account, mainly, that after the approval of law 10.639/2003, the teaching of Afro-Brazilian history became mandatory in all Brazilian education. The first point of discussion is about the school context in which the teaching of Afro-Brazilian history is introduced: is this space proposed in an anti-racist way or, in fact, can it still reinforce stereotypes? Supported by the decolonial thinking of authors such as Catherine Walsh, Fals Borba, Walter Mignolo, Luis Rufino, among others, this paper aims to reflect on the possibilities of creating “decolonial fissures” within the school curriculum. Thus, this research sought to study black epistemologies for teaching Afro-Brazilian history and, in this way, fill our history classes with expressiveness, corporeality and movement, through “oraliture” performances (Martins, 2021). Therefore, this dissertation aims to investigate, reflect and propose pedagogical strategies on possible ways of learning, teaching and exchanging knowledge by/in/through the body, prioritizing the construction of historical knowledge through black epistemologies.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEnsino de históriapt_BR
dc.subjectTeaching of Afro-Brazilian historyen
dc.subjectAnti-racist educationen
dc.subjectEducação antirracistapt_BR
dc.subjectBodyen
dc.subjectOraliturapt_BR
dc.subjectOraliture performancesen
dc.subjectAfro-brasileirospt_BR
dc.subjectEpistemologiapt_BR
dc.subjectBlack epistemologiesen
dc.titleTem corpo na história? Ensino de história e Performances da Oralitura : perspectivas de aprendizagem da cultura Afro-Brasileirapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001290484pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Ensino de Históriapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelmestrado profissionalpt_BR


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