Do inconsciente psicanalítico ao inconsciente psicodélico
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Data
2025Tipo
Outro título
Del inconsciente psicoanalítico al inconsciente psicodélico
From the psychoanalytic unconscious to the psychodelic unconscious
Assunto
Resumo
Este artigo propõe uma investigação comparativa do inconsciente como um conceito central e notoriamente enigmático da tradição psicanalítica, articulando-o a concepções emergentes oriundas das pesquisas contemporâneas sobre estados não ordinários de consciência. Partindo das formulações teóricas de Sigmund Freud, o trabalho explora a constituição do inconsciente na psicanálise freudiana, evidenciando o seu contraste com as abordagens do chamado inconsciente psicodélico, tal como aparece evidenc ...
Este artigo propõe uma investigação comparativa do inconsciente como um conceito central e notoriamente enigmático da tradição psicanalítica, articulando-o a concepções emergentes oriundas das pesquisas contemporâneas sobre estados não ordinários de consciência. Partindo das formulações teóricas de Sigmund Freud, o trabalho explora a constituição do inconsciente na psicanálise freudiana, evidenciando o seu contraste com as abordagens do chamado inconsciente psicodélico, tal como aparece evidenciar as experiências induzidas por substâncias psicodélicas. A nossa tarefa teórica não é privilegiar uma teoria em detrimento a outra, mas reler essas duas perspectivas, buscando não apenas evidenciar suas divergências e tensões conceituais, mas também refletir sobre os limites e possibilidades de elucidação conceitual do campo do inconsciente. Conclui-se que esta pesquisa compara o inconsciente freudiano, estruturado pela linguagem e acessado pela fala, ao inconsciente psicodélico-junguiano, vivido por meio de imagens arquetípicas e experiências simbólicas. Enquanto Freud busca decifrar o desejo reprimido, Jung e autores como Grof apostam na vivência e integração de estados ampliados de consciência. A divergência entre essas abordagens revela epistemologias distintas e éticas clínicas diversas. ...
Resumen
Este artículo propone una investigación comparativa del inconsciente como concepto central y notoriamente enigmático de la tradición psicoanalítica, articulándolo con concepciones emergentes que surgen de la investigación contemporánea sobre estados no ordinarios de conciencia. Basándose en las formulaciones teóricas de Sigmund Freud, la obra explora la constitución del inconsciente en el psicoanálisis freudiano, destacando su contraste con las aproximaciones al llamado inconsciente psicodélico ...
Este artículo propone una investigación comparativa del inconsciente como concepto central y notoriamente enigmático de la tradición psicoanalítica, articulándolo con concepciones emergentes que surgen de la investigación contemporánea sobre estados no ordinarios de conciencia. Basándose en las formulaciones teóricas de Sigmund Freud, la obra explora la constitución del inconsciente en el psicoanálisis freudiano, destacando su contraste con las aproximaciones al llamado inconsciente psicodélico, evidenciado por las experiencias inducidas por sustancias psicodélicas. Nuestra tarea teórica no es privilegiar una teoría sobre otra, sino releer estas dos perspectivas, buscando no sólo resaltar sus divergencias y tensiones conceptuales, sino también reflexionar sobre los límites y posibilidades de elucidación conceptual del campo del inconsciente. Se concluye que esta investigación compara el inconsciente freudiano, estructurado por el lenguaje y accesado a través del habla, con el inconsciente psicodélico-junguiano, vivido mediante imágenes arquetípicas y experiencias simbólicas. Mientras Freud busca descifrar el deseo reprimido, Jung y autores como Grof apuestan por la vivencia e integración de estados ampliados de conciencia. La divergencia entre estos enfoques revela epistemologías distintas y éticas clínicas diversas. ...
Abstract
This article proposes a comparative investigation of the unconscious as a central and notoriously enigmatic concept in the psychoanalytic tradition, linking it to emerging conceptions arising from contemporary research on non-ordinary states of consciousness. Based on the theoretical formulations of Sigmund Freud, the work explores the constitution of the unconscious in Freudian psychoanalysis, highlighting its contrast with approaches to the so-called psychedelic unconscious, as evidenced by e ...
This article proposes a comparative investigation of the unconscious as a central and notoriously enigmatic concept in the psychoanalytic tradition, linking it to emerging conceptions arising from contemporary research on non-ordinary states of consciousness. Based on the theoretical formulations of Sigmund Freud, the work explores the constitution of the unconscious in Freudian psychoanalysis, highlighting its contrast with approaches to the so-called psychedelic unconscious, as evidenced by experiences induced by psychedelic substances. Our theoretical task is not to privilege one theory over the other, but to reread these two perspectives, seeking not only to highlight their divergences and conceptual tensions, but also to reflect on the limits and possibilities of conceptual elucidation of the field of the unconscious. It is concluded that this research compares the Freudian unconscious, structured by language and accessed through speech, with the psychedelic-Jungian unconscious, experienced through archetypal images and symbolic encounters. While Freud seeks to decipher repressed desire, Jung and authors like Grof emphasize the lived experience and integration of expanded states of consciousness. The divergence between these approaches reveals distinct epistemologies and diverse clinical ethics. ...
Contido em
Art&Sensorium : revista interdisciplinar internacional de artes visuais. Curitiba, PR. Vol. 12 (2025), p. 1-16
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