Comparação entre a tela de submucosa intestinal suína acelular (Surgisis®) e a tela polipropileno (Marlex®) na formação de aderências peritoneais : estudo experimental em ratos
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Data
2008Autor
Tipo
Outro título
Comparison between the acelular porcine intestinal submucosa mesh (Surgisis®) and the polypropylene mesh (Marlex®) in the formation of peritonial adhesions : an experimental study in rats
Assunto
Resumo
Introdução: Comparar o índice de aderências intraperitoneais entre a tela de submucosa intestinal suína (Surgsis®) e tela polipropileno intraperitoneal (Marlex®) em modelo animal. Metodologia: Foram.analisados três grupos de ratas albinas totalizando 40 animais grupo O (Sham operation sem tela) = 5 ratos, grupo 1 (tela de polipropileno) = 15 ratos, grupo 2 (tela de submucosa intestinal suína intraperitoneal) = 20 ratos. Estes foram anestesiados com xilasina (5mg/kg) e quetarnina (50mg/kg) para ...
Introdução: Comparar o índice de aderências intraperitoneais entre a tela de submucosa intestinal suína (Surgsis®) e tela polipropileno intraperitoneal (Marlex®) em modelo animal. Metodologia: Foram.analisados três grupos de ratas albinas totalizando 40 animais grupo O (Sham operation sem tela) = 5 ratos, grupo 1 (tela de polipropileno) = 15 ratos, grupo 2 (tela de submucosa intestinal suína intraperitoneal) = 20 ratos. Estes foram anestesiados com xilasina (5mg/kg) e quetarnina (50mg/kg) para a realização do procedimento. Após 21 dias, os animais foram mortos e avaliou-se o percentual de tela comprometida, o tipo de víscera envolvida, o tipo de aderência (graduado de 0 - ausência de aderências, a 3 - aderências firmes), bem como a força necessária para sua ruptura. Resultados: No grupo 1, todos os animais apresentaram aderências, sendo as aderências 2 e 3 os tipos mais freqüentes (86,6%). Em um animal houve aderência firme do intestino delgado. No grupo 2, foram encontradas aderências do tipo 0 e 1 em 75% dos animais; as do tipo 3 não foram encontradas. Quando comparados, os grupos diferiram estatisticamente (p<0,001) em todos os parâmetros avaliados. Conclusão: A tela de Marlex® apresentou índices elevados de aderências, o que pode representar uma maior possibilidade de complicações pós-operatórias. ...
Abstract
Introduction: To compare the rate of intraperitoneal adhesions between the porcine intestinal submucosa surgical mesh (Surgsis®) and intraperitoneal polypropylene mesh (Marlex®) in animal model. Methodology: A total of 40 albino female rats divided in three groups were analyzed: Group 0 (Sham operation without mesh) = 5 rats, Group 1 (polypropylene mesh) = 15 rats, and Group 2 (intraperitoneal intestinal submucosa mesh) = 20 rats. The animals were anesthetized with xylasine (5mg/kg) and ketamin ...
Introduction: To compare the rate of intraperitoneal adhesions between the porcine intestinal submucosa surgical mesh (Surgsis®) and intraperitoneal polypropylene mesh (Marlex®) in animal model. Methodology: A total of 40 albino female rats divided in three groups were analyzed: Group 0 (Sham operation without mesh) = 5 rats, Group 1 (polypropylene mesh) = 15 rats, and Group 2 (intraperitoneal intestinal submucosa mesh) = 20 rats. The animals were anesthetized with xylasine (5mg/kg) and ketamine (50mg/kg) prior to the procedure. After 21 days, the animals were killed and we evaluated the percentage of compromised mesh, the type of viscera involved, the type of adhesions (rated in a scale from 0 =absence of adhesions to 3 = firm adhesions), as well as the necessary force for their rupture. Results: All animals in Group 1 presented adhesions, types 2 and 3 being the mostfrequent ones (86.6%). One animal hadfirm adhesion of the small intestine. ln Group 2, adhesions type 0 and 1 were found in 75% ofthe animais, and type 3 was not found. When the groups were compared, they were statistically different (p<0.001) in all the evaluated parameters. Conclusion: The Marlex® mesh presented higher rates of adhesion, which can increase the possibility of postoperative complications. ...
Contido em
Revista AMRIGS. Porto Alegre, RS. Vol. 52, n. 3 (jul./set. 2008), p. 197-203
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