Biocompatibility analysis of MTA, Portland cement and modified Portland cement on cultured fibroblast cells and subcutaneous tissue
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Data
2010Autor
Tipo
Outro título
Análise da biocompatibilidade do MTA, cimento de Portland e cimento de Portland modificado em cultura de fibroblastos e no tecido subcutaneo
Assunto
Abstract
Objectives: This study evaluated the biocompatibility in vivo and in vitro of MTA (Pro-Root®), Portland cement and modified Portland cement (gypsum added). Method: For the in vivo analysis, polyethylene tubes were implanted subcutane-ously in rats. After 7, 14, 30 and 60 days the tissue specimens were prepared for histological examination. For cytotoxic analysis the materials were placed in con-tact with NIH-3T3 cells. After 1, 3, 5 and 7 days, the cells viability was analyzed. Results: The his ...
Objectives: This study evaluated the biocompatibility in vivo and in vitro of MTA (Pro-Root®), Portland cement and modified Portland cement (gypsum added). Method: For the in vivo analysis, polyethylene tubes were implanted subcutane-ously in rats. After 7, 14, 30 and 60 days the tissue specimens were prepared for histological examination. For cytotoxic analysis the materials were placed in con-tact with NIH-3T3 cells. After 1, 3, 5 and 7 days, the cells viability was analyzed. Results: The histological analysis showed moderate inflammatory response at 7 days in all groups. After 14 days the control group, MTA and Portland cement showed a mild inflammatory process while modified Portland group showed moderate inflammatory process. After 30 and 60 days all materials showed scarce inflammatory infiltrate and fibrosis. All the substances permitted the cell growth throughout the 7 days of experiment and presented similar cell viability. Conclusions: According to these experimental conditions, all the tested materials were biocompatible. ...
Resumo
Objetivos: Este estudo avaliou a biocompatibilidade in vivo e in vitro do MTA (Pro-Root®), do cimento de Portland e do cimento de Portland modificado (com adição de gesso). Método: Para a análise in vivo, tubos de polietileno foram im-plantados subcutaneamente em ratos. Após 7, 14, 30 e 60 dias os esécimes tecidu-ais foram preparados para análise histológica. Para a análise da citotoxicidade os materiais foram colocados em contato com células NIH-3T3. Após 1, 3, 5 e 7 dias a viabilidade celular ...
Objetivos: Este estudo avaliou a biocompatibilidade in vivo e in vitro do MTA (Pro-Root®), do cimento de Portland e do cimento de Portland modificado (com adição de gesso). Método: Para a análise in vivo, tubos de polietileno foram im-plantados subcutaneamente em ratos. Após 7, 14, 30 e 60 dias os esécimes tecidu-ais foram preparados para análise histológica. Para a análise da citotoxicidade os materiais foram colocados em contato com células NIH-3T3. Após 1, 3, 5 e 7 dias a viabilidade celular foi avaliada. Resultados: A análise histológica mostrou mode-rada resposta inflamatória após 7 dias em todos os grupos. Após 14 dias, o grupo controle, o grupo MTA e o grupo do cimento de Portland modificado exibiram uma resposta inflamatória suave enquanto que o grupo do cimento de Portland exibiu um processo inflamatório moderado. Após 30 e 60 dias todos os materiais exibiram um infiltrado inflamatório escasso e fibrose. Todas as substâncias testa-das permitiram o crescimento celular durante os 7 dias do experimento e demos-traram viabilidade celular similar. Conclusões: De acordo com estas condições experimentais, todos os materiais testados são biocompatíveis. ...
Contido em
Conscientiae saúde. São Paulo. Vol. 9, n. 1 (2010), p. 11-16
Origem
Nacional
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