Pode o infante falar? Narrativas e cartografias infantis como resistência à subalternização da infância na urbe
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Data
2024Tipo
Outro título
Can the infant speak? Children's narratives and cartographies in the subversion of the urbe
¿Puede hablar el infante? Narrativas y cartografías infantiles en la subversión de la urbe indicaciones e interdicciones
Assunto
Resumo
O texto busca estabelecer uma interrogação acerca da participação das infâncias nos processos de decisão e construção urbana. Através de dispositivos como a língua e a linguagem, procuramos indagar os efeitos diante desse processo de marginalização das infâncias. Parece-nos que os agenciamentos de dependência e omissão das mesmas constituem princípios coloniais de inserção e ocupação urbana, uma ocupação não vista ou escutada. A reflexão é fruto de um processo de pesquisa com cartografias infan ...
O texto busca estabelecer uma interrogação acerca da participação das infâncias nos processos de decisão e construção urbana. Através de dispositivos como a língua e a linguagem, procuramos indagar os efeitos diante desse processo de marginalização das infâncias. Parece-nos que os agenciamentos de dependência e omissão das mesmas constituem princípios coloniais de inserção e ocupação urbana, uma ocupação não vista ou escutada. A reflexão é fruto de um processo de pesquisa com cartografias infantis, uma metodologia onde a possibilidade de fazer com crianças e infâncias vai apontando os caminhos do pesquisar e onde os afetos infantis e a força dos encontros se sobressaem na narrativa. Essa aposta parece apontar para a possibilidade de retomar sentidos outros de conexão com o mundo e de produção de conhecimento tomando a infância como uma espécie de bússola ética que nos aponta na direção da construção de cidades mais justas, divertidas e plurais. ...
Abstract
The text seeks to establish a question about the participation of children in decision-making and urban construction processes. Through devices such as language and language, we seek to investigate the effects of this process of marginalization of childhood. It seems to us that the agencies of dependence and omission constitute colonial principles of urban insertion and occupation, an occupation not seen or heard. The reflection is the result of a research process with children's cartographies, ...
The text seeks to establish a question about the participation of children in decision-making and urban construction processes. Through devices such as language and language, we seek to investigate the effects of this process of marginalization of childhood. It seems to us that the agencies of dependence and omission constitute colonial principles of urban insertion and occupation, an occupation not seen or heard. The reflection is the result of a research process with children's cartographies, a methodology where the possibility of working with children and childhoods points out the paths of research and where children's affections and the strength of encounters stand out in the narrative. This bet seems to point to the possibility of resuming other meanings of connection with the world and production of knowledge, taking childhood as a kind of ethical compass that points us in the direction of building fairer, more fun and plural cities. ...
Resumen
El texto busca establecer una pregunta sobre la participación de los niños en los procesos de toma de decisiones y construcción urbana. A través de dispositivos como el lenguaje y la lengua, buscamos investigar los efectos de este proceso de marginación de la infancia. Nos parece que las agencias de dependencia y omisión constituyen principios coloniales de inserción y ocupación urbana, una ocupación que no se ve ni se escucha. La reflexión es resultado de un proceso de investigación con cartog ...
El texto busca establecer una pregunta sobre la participación de los niños en los procesos de toma de decisiones y construcción urbana. A través de dispositivos como el lenguaje y la lengua, buscamos investigar los efectos de este proceso de marginación de la infancia. Nos parece que las agencias de dependencia y omisión constituyen principios coloniales de inserción y ocupación urbana, una ocupación que no se ve ni se escucha. La reflexión es resultado de un proceso de investigación con cartografías infantiles, una metodología donde la posibilidad de trabajar con niños y infancias señala caminos de investigación y donde los afectos infantiles y la fuerza de los encuentros resaltan en la narrativa. Esta apuesta parece apuntar a la posibilidad de retomar otros significados de conexión con el mundo y de producción de conocimiento, tomando la infancia como una especie de brújula ética que nos oriente en la dirección de construir ciudades más justas, divertidas y plurales. ...
Contido em
Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica. Salvador. Vol. 9, n. 24 (2024), 1185, p. 1-14
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