Avaliação da influência da temperatura do banho de imersão na preparação de membranas de PES por inversão de fases
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Data
2018Autor
Nível acadêmico
Graduação
Assunto
Resumo
As membranas são utilizadas na indústria em diversos processos por seus benefícios em termos energéticos e econômicos. Nesse contexto, a busca constante pelo aprimoramento e maior conhecimento científico na área vem gerando muitos estudos e avanços. O processo de inversão de fases realizado pela imersão em banho de não-solvente é o método mais utilizado para preparação de membranas, tanto na escala de bancada como na industrial. Este método possui muitas variáveis que vêm sendo estudadas, entre ...
As membranas são utilizadas na indústria em diversos processos por seus benefícios em termos energéticos e econômicos. Nesse contexto, a busca constante pelo aprimoramento e maior conhecimento científico na área vem gerando muitos estudos e avanços. O processo de inversão de fases realizado pela imersão em banho de não-solvente é o método mais utilizado para preparação de membranas, tanto na escala de bancada como na industrial. Este método possui muitas variáveis que vêm sendo estudadas, entretanto a temperatura do banho de imersão, que é um parâmetro importante nesse processo, é pouco explorada. Assim, o presente trabalho teve como objetivo preparar membranas de poli(éter sulfona) (PES) utilizando a dimetilformamida como solvente e a água como não-solvente pelo método do banho de imersão em diferentes temperaturas e estudar o efeito sobre as propriedades das membranas obtidas. As membranas foram preparadas em banho de imersão a 5, 20 e 35 ºC, mantendo todos os outros parâmetros constantes, e caracterizadas para determinação de sua composição química, Tg da membrana, morfologia, hidrofilicidade, permeância hidráulica e retenção de PEG 35 kDa e dextrana 100 kDa. Os resultados mostraram que com o aumento da temperatura do banho de imersão, as membranas apresentaram mesma estrutura química, porém morfologias diferentes, com maior formação de macrovazios e maior rugosidade na superfície. Além disso, as membranas preparadas a 35 ºC apresentaram a menor permeância hidráulica e a menor retenção de dextrana 100 kDa. ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Química.
Coleções
-
TCC Engenharias (5960)
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