Otimização das indicações e do manejo terapêutico de pacientes referidos para transplante cardíaco
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Data
1996Autor
Tipo
Assunto
Resumo
O primeiro transplante cardíaco realizado em humanos, em 1967, abriu nova era no tratamento da doença cardíaca terminal. Desde então, mais de 20.000 transplantes já foram realizados, de acordo com o registro anual da Sociedade Internacional de Transplante de Coração e Pulmão e existem mais de 12.000 pacientes em lista de espera 1 . Estima-se que, a cada ano, aproximadamente, 40.000 pessoas no mundo morrem de condições em que o transplante seria potencialmente indicado. Entretanto, o número de t ...
O primeiro transplante cardíaco realizado em humanos, em 1967, abriu nova era no tratamento da doença cardíaca terminal. Desde então, mais de 20.000 transplantes já foram realizados, de acordo com o registro anual da Sociedade Internacional de Transplante de Coração e Pulmão e existem mais de 12.000 pacientes em lista de espera 1 . Estima-se que, a cada ano, aproximadamente, 40.000 pessoas no mundo morrem de condições em que o transplante seria potencialmente indicado. Entretanto, o número de transplantes realizados mantém-se inalterado na faixa dos 2.500 por ano há alguns anos 2,3. Por conseguinte, faz-se necessária uma abordagem terapêutica que ofereça uma alternativa no manejo desses doentes e que se definam critérios claros e objetivos para a indicação de transplante. O objetivo deste trabalho é revisar aspectos relativos à avaliação prognóstica de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) grave, com ênfase no papel de uma terapêutica agressiva para otimizar os parâmetros clínicos e hemodinâmicos. ...
Contido em
Arquivos brasileiros de cardiologia. São Paulo. Vol. 67, n. 3 (set. 1996), p. 189-193
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Nacional
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