Mostrar registro simples

dc.contributor.advisorFlores, Rafael Kruterpt_BR
dc.contributor.authorCastro Júnior, Flávio Bittencourt dept_BR
dc.date.accessioned2019-11-22T04:02:49Zpt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/201980pt_BR
dc.description.abstractDesde a década de 1990, o governo brasileiro se preocupou em estabelecer agências reguladoras para dar suporte às novas práticas de gestão governamental, tendo em vista a ascensão do neoliberalismo brasileiro. Contudo, somente no final de 2018, cerca de 15 anos após a criação da última agência, o governo instituiu a Agência Nacional de Mineração (ANM), seguindo o mesmo modelo que vinha sendo adotado nos demais setores. Mais do que uma criação, a ANM foi objeto de transformação do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), uma autarquia que para muitos já era, em diversos aspectos, considerada autônoma. Tal transformação provoca o questionamento se houve, de fato, um aumento da independência do novo órgão com relação ao anterior, bem como se essa independência formal se traduz em independência prática. Além disso, questiona-se, dentro do escopo de agências de regulação, qual o atual posicionamento da ANM. A independência formal é operacionalizada por meio da aplicação de índice. Uma análise de documentações normativas mostra que o nível de independência formal importa como possível explicação para o bloqueio de interferência política por parte do Poder Executivo.pt_BR
dc.description.abstractSince the 1990s, the Brazilian government has been concerned with establishing regulations to support new government management practices, in the rise of Brazilian neoliberalism. However, only at the end of 2018, about 15 years after the creation of the last agency, the government instituted the National Mining Agency (ANM), following the same model that had been adopted in other sectors. More than that, ANM was the object of transformation of the National Department of Mineral Production (DNPM), an autarchy that was already autonomous. This paper try to answer if, in fact, there has been an increase in the independence of this regulatory body over the previous one, as well as if this formal independence translates into practical independence. In addition, it is questioned, within the scope of the regulatory agencies, what the current position of ANM is. The basic assumptions are the actions of the chief executive and the level of formal independence. The formal independence is operationalized through the application of indices. An analysis of normative documentation shows that the level of formal independence matters as a possible explanation for the blockage of political interference by the Executive Branch.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectNational Mining Agencyen
dc.subjectAdministração públicapt_BR
dc.subjectIndependenceen
dc.subjectAgências reguladoraspt_BR
dc.subjectAutonomiapt_BR
dc.subjectRegulatory agenciesen
dc.subjectPublic administrationen
dc.titleAutonomia da Agência Nacional de Mineração – ANM – frente às demais agências regulatórias e autarquias brasileiraspt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de especializaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coNunes, Adriana Pazpt_BR
dc.identifier.nrb001105843pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Administraçãopt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2019pt_BR
dc.degree.levelespecializaçãopt_BR
dc.degree.specializationCurso de Especialização em Gestão Pública UABpt_BR


Thumbnail
   

Este item está licenciado na Creative Commons License

Mostrar registro simples