Consumo de alimentos ultraprocessados entre crianças de uma Unidade Básica de Saúde

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Data
2015Autor
Tipo
Outro título
Ultra-processed food consumption in children from a Basic Health Unit
Assunto
Resumo
Objetivos: Avaliar a contribuic¸ão dos alimentos ultraprocessados no consumo alimentar decrianc¸as pertencentes à área de abrangência de uma unidade básica de saúde e os fatoresassociados.Método: Estudo transversal com amostra de conveniência de 204 crianc¸as, entre dois a 10anos, no Sul do Brasil. O consumo alimentar das crianc¸as foi obtido por meio do RecordatórioAlimentar de 24 horas e, posteriormente, os alimentos foram classificados em minimamenteprocessados, processados para culinária e ...
Objetivos: Avaliar a contribuic¸ão dos alimentos ultraprocessados no consumo alimentar decrianc¸as pertencentes à área de abrangência de uma unidade básica de saúde e os fatoresassociados.Método: Estudo transversal com amostra de conveniência de 204 crianc¸as, entre dois a 10anos, no Sul do Brasil. O consumo alimentar das crianc¸as foi obtido por meio do RecordatórioAlimentar de 24 horas e, posteriormente, os alimentos foram classificados em minimamenteprocessados, processados para culinária e ultraprocessados. Um questionário semiestruturadofoi aplicado para a coleta das variáveis sociodemográficas e antropométricas. O excesso de pesodas crianc¸as foi definido por meio do escore Z > 2 para menores de cinco anos e Z > +1 para entrecinco e 10 anos segundo o Índice de Massa Corporal para idade.Resultados: A frequência de excesso de peso foi de 34% (IC95%: 28% a 41%). O consumo médiode energia foi de 1.672,3 kcal/dia, 47% (IC95%: 45% a 49%) provenientes dos ultraprocessados.No modelo de regressão linear múltipla, a escolaridade materna (r = 0,23; p = 0,001) e a idade dacrianc¸a (r = 0,40; p < 0,001) foram associados à maior contribuic¸ão percentual dos ultraproces-sados na alimentac¸ão (R = 0,42; p < 0,001). Adicionalmente foi observada uma tendência linearsignificativa para maior consumo de ultraprocessados quando os dados foram estratificados pelaidade da crianc¸a e nível de escolaridade materna (p < 0,001).Conclusões: A contribuic¸ão dos ultraprocessados é expressiva na alimentac¸ão infantil e a idadeda crianc¸a mostrou-se como fator associado mais importante para o consumo desses produtos. ...
Abstract
Objectives: To evaluate the contribution of ultra-processed food (UPF) on the dietary consumption of children treated at a Basic Health Unit and the associated factors. Method: Cross-sectional study carried out with a convenience sample of 204 children, aged 2---10 years old, in Southern Brazil. Children’s food intake was assessed using a 24-h recall questionnaire. Food items were classified as minimally processed, processed for culinary use, and ultra-processed. A semi-structured questionnaire ...
Objectives: To evaluate the contribution of ultra-processed food (UPF) on the dietary consumption of children treated at a Basic Health Unit and the associated factors. Method: Cross-sectional study carried out with a convenience sample of 204 children, aged 2---10 years old, in Southern Brazil. Children’s food intake was assessed using a 24-h recall questionnaire. Food items were classified as minimally processed, processed for culinary use, and ultra-processed. A semi-structured questionnaire was applied to collect socio-demographic and anthropometric variables. Overweight in children was classified using a Z score >2 for children younger than 5 and Z score >+1 for those aged between 5 and 10 years, using the body mass index for age. Results: Overweight frequency was 34% (95% CI: 28---41%). Mean energy consumption was 1672.3 kcal/day, with 47% (95% CI: 45---49%) coming from ultra-processed food. In the multiple linear regression model, maternal education (r = 0.23; p = 0.001) and child age (r = 0.40; p < 0.001) were factors associated with a greater percentage of UPF in the diet (r = 0.42; p < 0.001). Additionally, a statistically significant trend for higher UPF consumption was observed when data were stratified by child age and maternal educational level (p < 0.001). Conclusions: The contribution of UPF is significant in children’s diets and age appears to be animportant factor for the consumption of such products. ...
Contido em
Jornal de pediatria. Rio de Janeiro. Vol. 91, n. 6 (2015), p. 535-542
Origem
Nacional
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