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dc.contributor.authorStevens, Antonypt_BR
dc.contributor.authorSchmidt, Maria Inêspt_BR
dc.contributor.authorDuncan, Bruce Bartholowpt_BR
dc.date.accessioned2014-04-18T01:52:56Zpt_BR
dc.date.issued2012pt_BR
dc.identifier.issn1413-8123pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/94550pt_BR
dc.description.abstractA carga de doença atribuída às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) está aumentando globalmente, sendo em geral maior em homens. O objetivo deste artigo é descrever os diferenciais por gênero na mortalidade e tendências por DCNT no Brasil. Taxas padronizadas de mortalidade foram calculadas para os anos 1991-2010 após correção por subregistro e causas mal definidas, empregando faixas etárias de cinco anos específicas para homens e mulheres. As tendências foram analisadas com modelos de regressão joinpoint. Em 2010 as taxas para todas as DCNTs (homens: 479/100000; mulheres: 333/100000) e para os principais grupos de DCNTs (doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e outra doenças crônicas) eram mais altas em homens. Entre 1991-2010, observou-se um declínio nas taxas padronizadas de mortalidade, em homens e mulheres, iniciando em 1993, e tornadose menos intenso em anos recentes. A probabilidade incondicional de morrer entre as idades de 30 e 70 devido a um dos quatro principais grupos de DCNTs baixou de 1993 até 2010 de 32,3% para 22,8% em homens, e de 23,5% para 15,4% em mulheres. Concluindo, apesar do notável declínio nas taxas padronizadas de mortalidade por DCNT nas últimas duas décadas, o predomínio em homens persiste e, a se manter essa tendência, em termos relativos, irá aumentar.pt_BR
dc.description.abstractThe relative burden due to non communicable diseases (NCD) is increasing worldwide and has been shown to be generally greater for men than women. The objective of this paper is to describe gender differences in NCD mortality rates and trends in Brazil. Standardized mortality rates for the years 1991-2010 were corrected for sub notification and ill defined causes of death and calculated using sex specific five year age grades. Trends in standardized mortality were studied using joinpoint regression models. In 2010, rates for NCDs (men: 479/100000; women: 333/100000) and for most major NCD categories (cardiovascular diseases, cancer, chronic respiratory diseases and other chronic diseases) were higher for men than women. Age standardized mortality rates declined for both sexes over the period, beginning in 1993 and attenuating in more recent years. From its peak in 1993 to 2010, the unconditional probability of dying between the ages of 30 and 70 due to one of the four principal NCD groupings decreased for men from 32.3% to 22.8%; for women, from 23.5% to 15.4%. In conclusion, age standardized NCD mortality, though decreasing dramatically over the past two decades in Brazil, remains notably greater in men than in women and, this difference, in relative terms, will increase if these trends continue.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofCiência & saúde coletiva. Rio de Janeiro. Vol. 17, n. 10 (out. 2012), p. 2627-2634pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectDoença crônicapt_BR
dc.subjectChronic diseaseen
dc.subjectMortalidadept_BR
dc.subjectBrazilen
dc.subjectDistribuição por sexopt_BR
dc.subjectMortalityen
dc.subjectSexen
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titleDesigualdades de gênero na mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeGender inequalities in non communicable disease mortality in Brazil en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000873889pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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