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dc.contributor.advisorKoff, Walter Josept_BR
dc.contributor.authorBerger, André Kivespt_BR
dc.date.accessioned2013-03-22T01:39:12Zpt_BR
dc.date.issued2010pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/69637pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação é resultado de um trabalho em uma linha de pesquisa em cirurgia urológica minimamente invasiva na qual venho trabalhando nos últimos 3 anos. Desde 1991, quando a primeira nefrectomia laparoscópica foi realizada, as fronteiras para tratamentos minimamente invasivos em urologia têm sido expandidas. Há ainda certa resistência para aplicação de cirurgia laparoscópica e robótica para cânceres urológicos, sobretudo os mais agressivos como o carcinoma urotelial. Quando presente no trato urinário superior, o carcinoma urotelial é tratado preferencialmente através da nefroureterectomia radical aberta. Uma das maiores críticas à utilização da nefroureterectomia radical laparoscópica (LNU) era a ausência de trabalhos com seguimento oncológico de longo prazo. Observada essa lacuna durante revisão do tema, buscamos no nosso banco de dados da Cleveland Clinic as informações requeridas para prover seguimento oncológico de 100 pacientes aos 7 anos após tratamento laparoscópico de carcinoma urotelial do trato urinário superior. Esse trabalho retrospectivo demonstrou que doença não confinada ao órgão e tumor de bexiga no momento do diagnóstico como fatores prognósticos independentes associados à redução de sobrevida câncer-específica e de sobrevida livre de doença, respectivamente. Os desfechos oncológicos foram comparáveis aos das grandes séries de nefroureterectomia radical aberta. Em virtude das reconhecidas vantagens da abordagem laparoscópica com relação à morbidade e ao período perioperatório, os aceitáveis resultados oncológicos de longo termo documentados no artigo reforçam a idéia de que LNU tem potencial para se tornar o tratamento preferencial para carcinoma urotelial localizado do trato urinário superior. Seguindo a linha de trabalho em cirurgia urológica minimamente invasiva, também apresentamos um artigo que mescla a experiência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e da Cleveland Clinic no tratamento laparoscópico de fibrose retroperitonial idiopática. Revisando a literatura, observamos que descrições de nuances técnicas de ureterolise laparoscópica eram esparsas. Considerando isso, descrevemos em detalhe o tratamento de quatro pacientes diagnosticados com fibrose retro peritoneal idiopática provendo descrições detalhadas de uretrolise laparoscópica standard e hand-assisted. Os tratamentos se mostraram eficientes em todos os pacientes e concluímos que o domínio de diferentes técnicas laparoscópicas para o tratamento dessa patologia, pode levar a uma maior taxa de sucesso ao abordar-se essa doença de forma minimamente invasiva.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectNeoplasias urológicaspt_BR
dc.subjectCarcinomapt_BR
dc.subjectUrotéliopt_BR
dc.subjectNefrectomiapt_BR
dc.subjectEvolução clínicapt_BR
dc.titleNefroureterectomia radical laparoscópica para carcinoma urotelial do trato urinário superior : desfechos oncológicos em 7 anospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb000874492pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2010pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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