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dc.contributor.authorGomes, Marcelopt_BR
dc.contributor.authorPalmini, André Luis Fernandespt_BR
dc.contributor.authorBarbiratto, Fabiopt_BR
dc.contributor.authorRohde, Luis Augusto Paimpt_BR
dc.contributor.authorMattos, Paulopt_BR
dc.date.accessioned2012-07-20T01:34:18Zpt_BR
dc.date.issued2007pt_BR
dc.identifier.issn0047-2085pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/52973pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Verificar o conhecimento da população sobre o transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e de médicos, psicólogos e educadores sobre aspectos clínicos do transtorno. Métodos: 2.117 indivíduos com idade ≥ 16 anos, 500 educadores, 405 médicos (128 clínicos gerais, 45 neurologistas, 30 neuropediatras, 72 pediatras, 130 psiquiatras) e 100 psicólogos foram entrevistados pelo Instituto Datafolha. A amostra da população foi estratificada por região geográfica, com controle de cotas de sexo e idade. A abordagem foi pessoal. Para os profissionais (amostra aleatória simples), os dados foram coletados por telefone em Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Resultados: Na população, > 50% acreditavam que medicação para TDAH causa dependência, que TDAH resulta de pais ausentes, que esporte é melhor do que drogas como tratamento e que é viável o tratamento psicoterápico sem medicamentos. Dos educadores, > 50% acreditavam que TDAH resulta de pais ausentes, que tratamento psicoterápico basta e que os esportes substituem os medicamentos. Entre psicólogos, > 50% acreditavam que o tratamento pode ser somente psicoterápico. Dos médicos, > 50% de pediatras e neurologistas acreditavam que TDAH resulta de pais ausentes. Conclusões: Todos os grupos relataram crenças não respaldadas cientificamente, que podem contribuir para diagnóstico e tratamento inadequados. É urgente capacitar profissionais e estabelecer um programa de informação sobre TDAH para pais e escolas.pt_BR
dc.description.abstractObjective: To assess the knowledge of the general population concerning attention deficit/hyperactivity disorder (ADHD) and of physicians, psychologists and teachers concerning clinical aspects of the disorder. Methods: 2,117 individuals (age ≥ 16 years), 500 teachers, 405 physicians (128 general practitioners, 45 neurologists, 30 neuropediatricians, 72 pediatricians, 130 psychiatrists) and 100 psychologists were interviewed by an independent research institute (Datafolha). Face-to-face interviews were conducted with a population sample stratified by geographic region, controlled by sex and age. Telephone interviews were conducted with the professional groups in Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba and Porto Alegre (simple random sampling). Results: Of the general population, > 50% believed that ADHD drugs lead to addiction, that ADHD results from absent parents, that sports are a better treatment than drugs and that treatment with psychotherapy without drugs is feasible. Among teachers, > 50% believed that ADHD results from absent parents, that ADHD can be treated with psychotherapy alone and that sports can replace drugs. Among psychologists, > 50% believed that ADHD can be treated with psychotherapy alone. Among physicians, > 50% of pediatricians and neurologists believed that ADHD results from absent parents. Conclusions: All the groups reported beliefs that are not based on scientific evidence and that may contribute to inadequate diagnosis and treatment. It is urgent that these professional groups be trained and that an information program on ADHD be established for parents and schools.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofJornal brasileiro de psiquiatria. Rio de Janeiro. Vol. 56, n. 2 (2007), p. 94-101pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectPsiquiatriapt_BR
dc.subjectAttention deficit disorder with hyperactivityen
dc.subjectHealth knowledgeen
dc.subjectAttitudesen
dc.subjectPracticeen
dc.titleConhecimento sobre o transtorno do déficit de atenção/hiperatividade no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeKnowledge about attention-deficit hyperactivity disorder in Brazil en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000613065pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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