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dc.contributor.advisorTutikian, Jane Fragapt_BR
dc.contributor.authorPinheiro, Vanessa Neves Riambaupt_BR
dc.date.accessioned2011-10-11T01:18:06Zpt_BR
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/32810pt_BR
dc.description.abstractEste estudo realiza um percurso histórico-literário das gerações que antecederam e que sucederam o salazarismo e seus reflexos em Portugal e Angola a partir da análise de duas obras: O jardim sem limites (1995), da autora portuguesa Lídia Jorge e Predadores (2008), do escritor angolano Artur Pestana, conhecido como Pepetela. Aquela mostra-nos personagens de diferentes idades deslocados em seu país, ainda que por motivos diferentes: os antigos, por não se reconhecerem neste novo Portugal democrático - ainda que conservador-, e os jovens, por tampouco se identificarem com este lugar cujo passado recente desconhecem. A obra do escritor luso-africano, por sua vez, relata um período que vai de 1974, imediatamente após a queda do Estado Novo e um ano antes da independência, até 2004, três anos depois do fim da guerra civil que sucedeu a guerra pela liberação. Assim, temos duas gerações alternadas: os pré-74 – e entre estes estão os que lutaram pela liberdade de Angola e os que não se envolveram com política, bem como com seu posterior desfecho -, e os filhos da guerra, todos alienados em relação ao contexto político-social do qual fazem parte. Parece-nos válido comparar os relacionamentos entre essas gerações e verificar como se deu a representação dessas em Portugal e Angola, países que têm suas histórias simbioticamente relacionadas, apesar de antagônicas. Para chegarmos às conclusões deste estudo, revisitamos a História até chegarmos ao cerne da problemática atual, ou seja, a desconolonização. Em nosso estudo, nos embasamos principalmente nos conceitos formulados a partir da crítica histórica, pós-colonial e filosófica. Partindo do princípio de que o corpus é distinto entre si, embasamo-nos nos estudos de pensadores portugueses como Teixeira de Pascoaes, Eduardo Lourenço e José Gil e de filósofos como Deleuze para trabalhar a obra portuguesa e recorremos aos escritos de Anderson, Hobsbaw, Hall e Bhaba para analisar a representação da questão identitária em Angola. Os pontos comuns entre ambos serão desenvolvidos a partir de autores como Lipovetsky.pt_BR
dc.description.abstractThis study traces a historical and literary journey of the generations before Salazarism and the repercussions of that regime in Portugal and Angola, based on the analysis of two books: O jardim sem limites (The Garden without Limits, 1995) by Portuguese writer Lidia Jorge, and Predadores (Predators, 2008) by Angolan writer Artur Pestana (also known as Pepetela). The first author shows us characters of different ages misplaced in their own country,but for different reasons: the old-timers who don’t recognize themselves in the new democratic, though conservative, Portugal; and the young people who also don’t relate to this place whose recent past they ignore. On the other hand the Luso-African writer book reports a period from 1974 (immediately after the fall of the New State and a year before independence) until 2004, three years after the civil war that followed the Liberation War. So, we have two alternating generations, the pre-74’s (fighters for freedom in Angola and who didn’t become involved with politics and its subsequent outcome) and the sons of war (all alienated about the social and political context in which they live). It seems valid to compare the relationships between these generations and to see how their representation occurs in Portugal and Angola (countries with antagonistic but symbiotically related history). To reach the conclusions of this study, we revisited History to touch the core of the current problem, i.e., deconolonization. We based our study mainly on the concepts formulated from historical, postcolonial and philosophical theories. Assuming that the corpus is distinct, we based our analysis of the Portuguese book on the studies of Portuguese thinkers as Teixeira de Pascoaes, Eduardo Lourenço, and José Gil as well as philosophers like Deleuze. On the other hand, to analyze the representation of identity issues in Angola we refer to the works of Anderson, Hobsbaw Hall and Bhaba. The commonalities between both books are developed from authors like Lipovetsky.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectGenerationsen
dc.subjectLiteratura portuguesapt_BR
dc.subjectSalazarismen
dc.subjectLiteratura angolanapt_BR
dc.subjectHistória e literaturapt_BR
dc.subjectIdentityen
dc.subjectSalazarismopt_BR
dc.subjectLídia Jorgeen
dc.subjectHistória e críticapt_BR
dc.subjectPepetelaen
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.subjectLiteratura comparadapt_BR
dc.subjectJorge, Lídia, 1946-. O jardim sem limitespt_BR
dc.subjectPepetela, 1941-. Predadorespt_BR
dc.subjectCritica e interpretacaopt_BR
dc.subjectDescolonizaçãopt_BR
dc.subjectPortugalpt_BR
dc.subjectAngolapt_BR
dc.titleAparando as arestas : um retrato das gerações pré e pós-74 em Portugal e Angolapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.identifier.nrb000786770pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2011pt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR


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