Leia em voz alta : nomear, corporificar e marcar território
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Data
2025Autor
Orientador
Nível acadêmico
Graduação
Resumo
Investigo a leitura em voz alta e a escrita como ações de corporificar narrativas e marcar de território. O texto não apenas relata, ele performa :: entendo a escrita como extensão da fala, da voz e da presença, o que se reflete em escolhas formais e políticas, como o uso de letras minúsculas, linguagem acessível, gênero neutro e intervenções em colchetes. Busco, através dessas escolhas, firmar uma comunicação situada, confessional e dissidente. abordo, inicialmente, processos de nomeação e atr ...
Investigo a leitura em voz alta e a escrita como ações de corporificar narrativas e marcar de território. O texto não apenas relata, ele performa :: entendo a escrita como extensão da fala, da voz e da presença, o que se reflete em escolhas formais e políticas, como o uso de letras minúsculas, linguagem acessível, gênero neutro e intervenções em colchetes. Busco, através dessas escolhas, firmar uma comunicação situada, confessional e dissidente. abordo, inicialmente, processos de nomeação e atribuição de gênero, tensionando o sistema sexo-gênero através de memórias, simpatias familiares e práticas artísticas. Em seguida, investigo a leitura em voz alta como estratégia de corporificação da palavra e produção de presença, e, por fim, analiso a minha performance me conta no ouvidinho 2023, articulando escuta, narrativa e encontro. ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Artes. Curso de Artes Visuais: Bacharelado.
Coleções
-
TCC Artes Visuais (767)
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