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dc.contributor.authorLúcio, Beatriz Garcia
dc.contributor.authorMarques, Luciana Fernandes
dc.contributor.illustratorOrdovás, Dantara Stamado
dc.date.accessioned2025-10-20T18:28:45Z
dc.date.available2025-10-20T18:28:45Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/298190
dc.description.abstractAborda os impactos da crise climática na educação e como as escolas devem se adaptar estruturalmente, considerando sua função social frente às incertezas climáticas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofJornal da Universidade, 25 set. 2025, n. 254pt_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectCrise climáticapt_BR
dc.subjectEscolapt_BR
dc.subjectAcolhimentopt_BR
dc.subjectPolítica educacionalpt_BR
dc.subjectDesastres naturaispt_BR
dc.titleO papel da educação na crise climáticapt_BR
dc.typeArtigo de divulgaçãopt_BR
dc.description.imageVista de cima, cabelo e braço direito de uma criança em sua carteira escolar, que colore uma paisagem com sol, céu azul, nuvens e uma casinha vermelha, sobre um rio escuro que lembra as enchentes. Por Dantara Stamado Ordovás, do Instituto de Artes/UFRGS.pt_BR
dc.title.secondaryArtigo | Beatriz Lúcio e Luciana Marques, da Educação, propõem que o ambiente escolar, além de se adaptar estruturalmente aos extremos climáticos, deve repensar sua função socialpt_BR


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