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dc.contributor.advisorLeitão, Cristiane Bauermannpt_BR
dc.contributor.authorPulz, Georgia Tupi Caldaspt_BR
dc.date.accessioned2025-10-14T07:59:10Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/297867pt_BR
dc.description.abstractIntrodução e Objetivo: os fatores de risco para fibrose hepática na doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica não são claros em pacientes com diabetes melito tipo 2 (DM2). O objetivo deste estudo foi avaliar fatores clínicos, laboratoriais e de composição corporal associados à rigidez hepática no DM2. Métodos: indivíduos >18 anos atendidos no ambulatório de DM2 do Hospital de Clínicas de Porto Alegre foram incluídos em um estudo transversal. Foram coletados dados clínicos, bioquímicos, antropométricos e de composição corporal. Foram avaliadas esteatose e rigidez hepática por meio de ultrassonografia e elastografia pelo método de shear-wave. Dois escores preditores de rigidez hepática foram utilizados: Fibrosis-4 (FIB-4) e NAFLD Fibrosis Score (NFS). Os dados foram analisados com os testes X², t de Student, curva ROC e regressão logística. Resultados: dos 809 prontuários revisados, 352 atenderam aos critérios de inclusão e 148 pacientes foram avaliados. Sessenta e três (42%) pacientes apresentaram esteatose hepática leve, 27 (18%) moderada e 3 (2%) severa. Na elastografia, 93 (63%) pacientes não apresentaram rigidez hepática (≤5 kPa), enquanto 49 apresentaram algum grau de rigidez hepática (5 - 9 kPa n = 37; >9 kPa n = 12). As variáveis associadas à maior rigidez hepática foram o índice de massa corporal (IMC), as circunferências abdominal (CA) e do quadril (CQ), a alanina aminotransferase (ALT), a aspartato aminotransferase (AST) e os triglicerídeos (TG). Na análise de composição corporal, o percentual de gordura corporal total, a gordura no tronco, nos membros superiores, nos membros inferiores e no somatório dos quatro membros foram associados à maior rigidez hepática. Na análise multivariada, ALT e IMC permaneceram associados à maior rigidez hepática. Resultados semelhantes foram observados quando o IMC foi substituído por CA, CQ, gordura do tronco ou dos membros. Nenhum dos escores avaliados se relacionou com a rigidez hepática. Conclusão: ALT e parâmetros de massa de gordura foram independentemente associados à maior rigidez hepática. A massa de gordura global se associou com rigidez hepática de forma semelhante à gordura em segmentos corporais específicos.pt_BR
dc.description.abstractIntroduction and Objective: The risk factors for hepatic fibrosis in metabolic associated steatotic liver dysfunction are unclear in patients with type 2 diabetes mellitus (T2DM). The aim of this study was to evaluate clinical, laboratory and body composition factors associated with liver stiffness in T2DM. Methods: Individuals >18 years old treated at the T2DM outpatient clinic of the Hospital de Clínicas de Porto Alegre were included in a cross-sectional study. Clinical, biochemical, anthropometric and body composition data were collected. Steatosis and liver stiffness were assessed by ultrasonography and shear-wave elastography. Two predictive scores for liver stiffness were used: Fibrosis-4 (FIB-4) and NAFLD Fibrosis Score (NFS). Data were analyzed using the X² test, Student's t-test, ROC curve, and logistic regression. Results: from 809 medical records reviewed, 352 met the inclusion criteria and 148 patients were evaluated. Sixty-three (42%) patients had mild hepatic steatosis, 27 (18%) moderate and 3 (2%) severe. On elastography, 93 (63%) patients had no liver stiffness (≤5 kPa), while 49 had some degree of liver stiffness (5 - 9 kPa n = 37; >9 kPa n = 12). The variables associated with higher liver stiffness were body mass index (BMI), abdominal (AC) and hip (HC) circumferences, alanine aminotransferase (ALT), aspartate aminotransferase (AST) and triglycerides (TG). In body composition analysis, percentage of total body fat, trunk fat, upper limbs, lower limbs and the sum of the four limbs were associated with higher liver stiffness. In the multivariate analysis, ALT and BMI remained associated with higher liver stiffness. Similar results were observed when BMI was switched for AC, HC, trunk or limbs fat. None of the scores evaluated were related to liver stiffness. Conclusion: ALT and fat mass parameters were independently associated with higher liver stiffness. Global fat mass is associated with a higher risk of liver stiffness in a similar way as fat in specific body segments.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectMetabolic associated steatotic liver dysfunctionen
dc.subjectFigado gordurosopt_BR
dc.subjectDiabetes mellitus tipo 2pt_BR
dc.subjectType 2 diabetesen
dc.subjectFígadopt_BR
dc.subjectLiver stiffnessen
dc.subjectDoenças metabólicaspt_BR
dc.subjectFatores de riscopt_BR
dc.titleAvaliação dos fatores associados à rigidez hepática em pacientes com diabetes tipo 2 e doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólicapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001294446pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Médicas: Endocrinologiapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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