Anomalias congênitas em nascidos vivos do município de Porto Alegre de 2015 a 2018
| dc.contributor.advisor | Ramos, Adriana Roese | pt_BR |
| dc.contributor.author | Trápaga, Denise Liane Camargo | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-08-15T08:01:27Z | pt_BR |
| dc.date.issued | 2021 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10183/295229 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: As anomalias congênitas (AC) podem ser anomalias estruturais ou funcionais, que acontecem durante a vida intrauterina, tendo sua origem nos processos genéticos, infecciosos, nutricionais ou ambientais. Objetivo: analisar a relação da prevalência de anomalias congênitas em nascidos vivos do município de Porto Alegre e sua relação com indicadores sociodemográficos e de atenção à saúde, no período de 2015 a 2018. Método: trata-se de um estudo de abordagem quantitativa, em que o tipo de estudo é epidemiológico, analítico e de série temporal, baseado em dados secundários, extraídos de planilhas eletrônicas do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) disponibilizados pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre/RS. Para a análise estatística foi utilizado a correlação de Pearson entre a prevalência de nascimentos com anomalias congênitas e o tempo a fim de verificar associação entre as variáveis das características maternas, do parto e do recém-nascido com anomalias congênitas. O teste estatístico foi realizado no programa SPSS (IBM), sendo considerado significativo p<0,05. Resultados: foram identificados 64.088 nascimentos durante o período, sendo 882 (1,38%) dos nascimentos com anomalias congênitas. Em relação a prevalência estimou-se 13,76/1.000 nascidos vivos com anomalias congênitas. As variáveis que apresentaram associação significativas com anomalias congênitas foram: faixa etária materna (p=0,03763), escolaridade materna (p<0,001), duração da gestação (p<0,001), tipo de parto (p=0,03618), sexo do recém-nascido (p<0,001) e peso ao nascimento (p<0,001). Conclusão: observa-se o potencial dos profissionais da área de enfermagem em trabalhar junto às famílias e a mulher em idade fértil no planejamento familiar e sempre que possível no aconselhamento genético. Assim como a manutenção do vínculo na atenção primária à saúde para o apoio e acolhimento da mulher e sua rede de apoio. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Open Access | en |
| dc.subject | Anormalidades congênitas | pt_BR |
| dc.subject | Recém-nascido | pt_BR |
| dc.subject | Determinantes sociais da saúde | pt_BR |
| dc.subject | Epidemiologia | pt_BR |
| dc.subject | Porto Alegre (RS) | pt_BR |
| dc.title | Anomalias congênitas em nascidos vivos do município de Porto Alegre de 2015 a 2018 | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co | Riquinho, Deise Lisboa | pt_BR |
| dc.identifier.nrb | 001177003 | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Rio Grande do Sul | pt_BR |
| dc.degree.department | Escola de Enfermagem | pt_BR |
| dc.degree.local | Porto Alegre, BR-RS | pt_BR |
| dc.degree.date | 2021 | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Enfermagem | pt_BR |
| dc.degree.level | graduação | pt_BR |
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TCC Enfermagem (1381)

