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dc.contributor.authorMartins, Rafaela Abreupt_BR
dc.contributor.authorGerzson, Laís Rodriguespt_BR
dc.contributor.authorVieira, Adrianept_BR
dc.contributor.authorAlmeida, Carla Skilhan dept_BR
dc.date.accessioned2025-05-09T06:43:18Zpt_BR
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.issn1984-4298pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/291387pt_BR
dc.description.abstractResumo: Objetivo: avaliar a percepção dos fisioterapeutas a respeito da telerreabilitação de crianças com deficiência física durante o período da pandemia. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo descritivo e qualitativo, o qual utilizou para coleta de informações um questionário no Google Formse uma entrevista semiestruturada e para interpretação dos resultados a análise temática. Resultados: Foram entrevistados oito fisioterapeutas que tem como área de atuação a neuropediatria, tendo entre cinco e 11 anos de experiência e tendo atendido entre cinco e 30 crianças em telerreabilitação, acompanhando de três meses a dois anos estes pacientes. A maioria mesclou atendimentos síncronos e assíncronos, utilizando o WhatsApp, aproximadamente uma vez por semana por uma hora e deixando orientações. Identificou-se, como facilitadores, o aumento da participação dos familiares no cuidado e a flexibilidade de horário e, como barreiras, a falta do manuseio das crianças, a diminuição da interação social e a dificuldade ao acesso a este serviço. Conclusão: Esse tipo de acompanhamento foi considerado viável e benéfico pelos profissionais que participaram da pesquisa, ampliando o cuidado e melhorando o acesso de crianças com deficiência ao tratamento e a orientações que facilitam/favorecem o seu desenvolvimento.pt_BR
dc.description.abstractObjective: to evaluate the physiotherapists perception about telerehabilitation of children with disabilities during the pandemic period. Materials and Methods: This is a descriptive and qualitative study, which utilized to data collection a Google Forms questionnaire and a semi-structured interview and to data interpretation a theme review. Results: It was interviewed eight physiotherapists that have as an occupation area neuropediatrics, having between five and 11 years of experience and have treated between five and 30 children via telerehabilitation, following these patients for 3 months to two years. Most of them mixed the sessions synchronous and asynchronous, using WhatsApp, approximately once a week for one hour and leaving orientations. It was identified, as facilitators, the increase of family participation in care and time flexibility and, as barriers, the lack of handling the children, the decrease of social interaction and the service difficult access. Conclusion: This type of follow-up was considered viable and beneficial by the professionals that participated in this research, amplifying the care and improving the access of children with disabilities to treatment and to orientations that facilitate/favor their development.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofRevista movimenta. Goiânia. Vol. 16, n.2 (2023), e20230014, 16p.pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectTelerehabilitationen
dc.subjectTelerreabilitaçãopt_BR
dc.subjectChildrenen
dc.subjectCriançaspt_BR
dc.subjectPessoas com deficiênciapt_BR
dc.subjectPeople with disabilitiesen
dc.subjectFisioterapiapt_BR
dc.subjectPhysiotherapyen
dc.titlePercepção dos fisioterapeutas sobre a telerreabilitação em crianças com deficiência física motivado pela pandemia de Covid-19pt_BR
dc.title.alternativePhysiotherapists perception about telerehabilitation in children with physical disabilities motivated by the Covid-19 pandemic en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001255193pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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