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dc.contributor.authorGonzalez, Ana
dc.date.accessioned2025-05-02T19:01:27Z
dc.date.available2025-05-02T19:01:27Z
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/291067
dc.description.abstractAborda as dificuldades da maternidade durante a vida acadêmica de estudantes na UFRGS, apresentando a Casa Acolhe, o coletivo Mães na UFRGS, o IMEzinho, entre outras iniciativas de acolhimento e auxílio às mães e crianças, e que buscam mais direitos dentro da Universidade para mães.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofJornal da Universidade, 21 mar. 2024, n. 185pt_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.subjectMaternidadept_BR
dc.subjectEnsino superiorpt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)pt_BR
dc.titleEspaços criados por estudantes acolhem mães e crianças na Universidadept_BR
dc.typeArtigo de divulgaçãopt_BR
dc.contributor.photographerPires, Marcelo
dc.description.image1- Grupo de cinco mulheres em roda, durante conversa em sala da Casa Acolhe, situada na ESEFID, em desfoque. 2-4- Três fotografias da Casa Acolhe, situada na ESEFID, sendo duas dos ambientes com dezenas de brinquedos, e outra de um bastidor com bordado em produção por uma mulher de lado e de costas. 5- Cartaz fixado em parede colorida, próximo de uma porta azul, onde se lê: Tem mães na UFRGS, sim!, elaborado pela PROREXT, é uma iniciativa para popularizar o coletivo Mães na UFRGS. Fonte: Secretaria de Comunicação Social/UFRGS, [2024?]. Coloridas.pt_BR
dc.contributor.interviewedsourcesOliveira, Lisandra
dc.contributor.interviewedsourcesCabral, Laís
dc.contributor.interviewedsourcesAraújo, Jennifer
dc.contributor.interviewedsourcesTasso, Caroline
dc.contributor.interviewedsourcesTelichevesky, Miriam
dc.contributor.interviewedsourcesBosa, Vera
dc.contributor.interviewedsourcesBorges, Kariane
dc.contributor.interviewedsourcesTavares, Julia
dc.title.secondaryInclusão | Apesar de ainda se depararem com dificuldades acadêmicas, universitárias que vivem a maternidade encontram refúgio em espaços dentro da UFRGSpt_BR


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