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dc.contributor.authorMonsma, Karl Martinpt_BR
dc.contributor.authorWitt, Marcos Antôniopt_BR
dc.date.accessioned2025-04-29T06:57:01Zpt_BR
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.issn1519-3314pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/291002pt_BR
dc.description.abstractImigrantes alemães no Rio Grande do Sul imperial geralmente se assentavam em colônias agrícolas, ao passo que alemães em São Paulo geralmente trabalhavam nas fazendas ou em obras públicas. Nos dois contextos, alemães prósperos compravam negros escravizados, e os trabalhadores e agricultores alemães encontravam escravizados regularmente. Burlavam-se facilmente as restrições à escravidão nas colônias do RS. Em SP, alemães e escravizados podiam trabalhar nas mesmas projetos de intraestrutura, mas integravam turmas separadas. Os colonos nas fazendas de SP trabalhavam nas mesmas propriedades que negros escravizados, mas os colonos eram contratados, moravam em colônias, separados, e geralmente eram punidos por multas em vez de castigos corporais. Mesmo assim, muitos colonos comparavam sua situação à escravidão porque sofriam o autoritarismo dos fazendeiros e eram proibidos de se demitir sem pagar suas dívidas. Os colonos do RS reclamavam dos empresários das colônias particulares, mas raramente se comparavam com escravos.pt_BR
dc.description.abstractMost 19th century German immigrants to Rio Grande do Sul (RS) settled in agricultural colonies, whereas most Germans in São Paulo (SP) worked on plantations or public works. In both contexts, prosperous Germans purchased enslaved people, and German workers and farmers regularly encountered captive black people. Restrictions on slavery in the colonies of RS were easily circumvented. In SP, Germans and the enslaved could work on the same infrastructure projects, but did so in separate gangs. In SP, immigrants worked on the same plantations with enslaved workers, but the immigrants had work contracts, lived in separate colonies and were penalized with fines rather than corporal punishment. However, many of these immigrants compared their situation to slavery because they suffered authoritarian rules and could not quit their jobs without paying their debts. The settlers in RS complained about the entrepreneurs who founded private colonies, but rarely compared themselves to slaves.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofHistória econômica & história de empresas. São Paulo, SP. Vol. 27, n. 3 (set./dez. 2024), p. [786]-828pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectImigrantes alemãespt_BR
dc.subjectGerman immigrantsen
dc.subjectSlaveryen
dc.subjectEscravidãopt_BR
dc.subjectColonizationen
dc.subjectColonizaçãopt_BR
dc.subjectRio Grande do Sul : Aspectos históricospt_BR
dc.subjectCoffee plantationsen
dc.subjectSão Paulo (Estado) : Aspectos históricospt_BR
dc.subjectRio Grande do Sulen
dc.subjectSão Pauloen
dc.titleComplementares e excludentes : diálogos sobre imigração alemã e escravidão (Rio Grande do Sul e São Paulo)pt_BR
dc.title.alternativeComplementary and exclusionary : dialogues on German immigration and slavery (Rio Grande do Sul and São Paulo)en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001255698pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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