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dc.contributor.advisorGirardi, Ilza Maria Tourinhopt_BR
dc.contributor.authorPasuch, Leticia Menezespt_BR
dc.date.accessioned2025-03-18T06:18:44Zpt_BR
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/288408pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho busca entender como o Jornal Sul21 retratou o racismo ambiental na cobertura da enchente de maio de 2024 de áreas vulneráveis de Porto Alegre e região metropolitana por meio da análise de matérias do jornal, ao a) mapear notícias e reportagens da cobertura do desastre climático de maio de 2024 em regiões vulneráveis – periféricas, indígenas, quilombolas, entre outras; b) identificar, na cobertura que trata do racismo ambiental, como os pressupostos do jornalismo ambiental orientam os textos e como tais regiões e grupos sociais são retratados nos materiais analisados; e c) contribuir teoricamente para os estudos que relacionam o racismo ambiental com a cobertura jornalística. Refletimos sobre cobertura ambiental (Hannigan, 1995; Bueno, 2007a; 2007b; Belmonte, 2007; 2020; Girardi et. al, 2018; 2020; 2021), a situação da crise climática (IPCC, 2023), a cobertura de desastres (Amaral, 2015; Huberty, 2020; Loose, 2020; 2022; 2024), as injustiças climáticas, as vulnerabilidades sociais e o racismo ambiental (Acselrad, 2003; Bullard, 2005; 2013; Herculano, 2006a; 2006b; Marchezini; Londe, 2018), o jornalismo alternativo, independente e contra-hegemônico (Carvalho; Bronosky, 2017; Reis, 2017) e o jornalismo humanizado (Ijuim, 2012; 2013; 2020). Na metodologia, utilizamos a Análise de Conteúdo (Bardin, 1977) para observar as principais temáticas que envolvem a cobertura sobre vulnerabilidades do jornal. Foram escolhidas 32 matérias que se aprofundaram no desastre em Porto Alegre e região metropolitana publicadas entre 1 de maio e 1 de agosto de 2024, o período iminente da catástrofe e após, quando as vulnerabilidades ficariam mais evidentes. A análise permitiu chegar a categorias que tratassem de componentes relacionados ao racismo ambiental e evidenciou como a população atingida pela enchente que mais sofreu as consequências do desastre foram aquelas em situação mais vulnerável pelo recorte social e racial, pela condição de renda, pelos prejuízos na saúde mental, pela ausência de políticas públicas de moradia e habitação e pelas mudanças climáticas intensificadas pela ação humana no meio ambiente, tudo isso pela ausência de políticas públicas e falta de amparo do poder público, que envolve responsabilização política.pt_BR
dc.description.abstractThe present work seeks to understand how Jornal Sul21 portrayed environmental racism in its coverage of the May 2024 flood in vulnerable areas of Porto Alegre and the metropolitan region through the analysis of articles from the newspaper, by a) mapping news and reports covering the disaster climate change in May 2024 in vulnerable regions – outskirts, indigenous, “quilombolas”, among others; b) identify, in the coverage that deals with environmental racism, how the assumptions of environmental journalism guide the texts and how such regions and social groups are portrayed in the analyzed materials; and c) contribute theoretically to studies that relate environmental racism to journalistic coverage. Reflecting on environmental coverage (Hannigan, 1995; Bueno, 2007a; 2007b; Belmonte, 2007; 2020; Girardi et. al, 2018; 2020; 2021), the situation of the climate crisis (IPCC, 2023), disaster coverage (Amaral , 2015; Huberty, 2020; Loose, 2020; 2022; 2024), climate injustices, social vulnerabilities and environmental racism (Acselrad, 2003; Bullard, 2005; 2013; Herculano, 2006a; 2006b; Marchezini; Londe, 2018), alternative, independent and independent journalism. counter-hegemonic (Carvalho; Bronosky, 2017; Reis, 2017) and humanized journalism (Ijuim, 2012; 2013; 2020). In the methodology, we used Content Analysis (Bardin, 1977) to observe the main themes that involve the newspaper's coverage of vulnerabilities. 32 articles were chosen that went deep into the disaster in Porto Alegre and the metropolitan region published between May 1st and August 1st, the imminent period of the catastrophe and after, when vulnerabilities would become more evident. The analysis allowed us to arrive at categories that dealt with components related to environmental racism and showed how the population affected by the flood that suffered the most from the consequences of the disaster were those in the most vulnerable situation due to their social and racial profile, socioeconomic status, and mental health losses, the absence of public housing policies and the way in which this affects and violates basic human housing rights, political accountability and climate change intensified by human action in the environment.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEnvironmental journalismen
dc.subjectJornalismo ambientalpt_BR
dc.subjectClimate disasteren
dc.subjectAcontecimento (Comunicação)pt_BR
dc.subjectEnvironmental justiceen
dc.subjectEnvironmental racismen
dc.subjectSul21en
dc.titleA cobertura da enchente em áreas vulneráveis de Porto Alegre e região metropolitana na perspectiva do racismo ambiental : uma análise do jornal Sul21pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001242832pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Biblioteconomia e Comunicaçãopt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2024pt_BR
dc.degree.graduationComunicação Social: Habilitação em Jornalismopt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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