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dc.contributor.advisorSilva, Eneida Rejane Rabelo dapt_BR
dc.contributor.authorSchiwe, Melissapt_BR
dc.date.accessioned2025-03-11T06:30:28Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/288166pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Internações por insuficiência cardíaca (IC) que cursam com síndromes de baixo débito demandam tratamento com inotrópico intravenoso contínuo para melhorar o tônus e a contratilidade cardíaca. Ao longo do tratamento, alguns pacientes podem apresentar falha na retirada do inotrópico e cursar com internação prolongada. Mesmo com baixas doses, o uso do inotrópico é necessário para manter os pacientes estáveis e sem sintomas ao repouso. Em centros internacionais o uso destas medicações em domicílio é uma realidade segura e livre de eventos adversos. Não é do nosso conhecimento que estudos tenham sido conduzidos no Brasil com esse propósito. Objetivo: Avaliar a experiência de pacientes com IC avançada em uso de inotrópico intravenoso contínuo que realizaram passeios externos durante internação prolongada e propor um documento - Procedimento Operacional Padrão sistematizado para os passeios a partir dos resultados. Método: Trata-se de um estudo transversal com dados retrospectivos para avaliação das condições clínicas e intercorrências durante os passeios externos; adicionalmente, a abordagem qualitativa foi utilizada para avaliar a experiência dos pacientes durante as visitas por meio de entrevistas semiestruturada a partir da Análise Temática de Conteúdo proposto por Laurence Bardin. As variáveis demográficas e clínicas foram coletadas por meio dos registros em prontuário eletrônico dos pacientes entrevistados. Resultados: Foram incluídos nove pacientes, predominantemente homens com IC não isquêmica com tempo de internação prolongado. Cinco pacientes realizaram mais de 10 passeios externos; de todos pacientes que realizaram os passeios, dois necessitaram de ajuste de diurético para mais, no dia subsequente à saída do hospital. Dos nove pacientes, seis foram submetidos a transplante cardíaco, um paciente implantou dispositivo de assistência ventricular, um realizou transição para inotrópico ambulatorial e um obteve alta melhorada. As entrevistas resultaram em quatro categorias: Sentimentos, Conhecimento do Processo (tratamento), Retomada dos Vínculos Familiares e Redução de Estressores. Conclusão: Os pacientes não apresentaram intercorrências durante as visitas no domicílio. Todos avaliaram os passeios externos como uma experiência positiva que resultou em maior motivação para o seguimento do tratamento. A partir dos resultados, os autores propuseram um protocolo de visitas externas de pacientes com IC avançada em uso de inotrópico intravenoso contínuo.pt_BR
dc.description.abstractIntroduction: Hospitalizations due to heart failure (HF) that present with low cardiac output syndromes require treatment with continuous intravenous inotropic agents to improve cardiac tone and contractility. During treatment, some patients may fail to withdraw the inotropic agent and may have prolonged hospitalization. Even with low doses, the use of inotropic agents is necessary to keep patients stable and symptom-free at rest. In international centers, the use of these medications at home is a safe reality and free of adverse events. To our knowledge, no studies have been conducted in Brazil with this purpose. Objective: To evaluate the experience of patients with advanced HF using continuous intravenous inotropic agents who went on outdoor excursions during prolonged hospitalization and to propose a document - Standard Operating Procedure systematized for the excursions based on the results. Method: This is a cross-sectional study with retrospective data to evaluate clinical conditions and complications during outdoor excursions; Additionally, a qualitative approach was used to assess the patients' experience during the visits through semi-structured interviews based on the Thematic Content Analysis proposed by Laurence Bardin. Demographic and clinical variables were collected through electronic medical records of the interviewed patients. Results: Nine patients were included, predominantly men with non-ischemic HF with prolonged hospital stay. Five patients took more than 10 walks outside; of all the patients who took the walks, two required diuretic adjustment to a higher dose on the day after leaving the hospital. Of the nine patients, six underwent heart transplantation, one patient implanted a ventricular assist device, one underwent transition to outpatient inotropic therapy, and one had an improved discharge. The interviews resulted in four categories: Feelings, Knowledge of the Process (treatment), Resumption of Family Bonds, and Reduction of Stressors. Conclusion: The patients did not present complications during the home visits. All evaluated the outside walks as a positive experience that resulted in greater motivation to continue the treatment. Based on the results, the authors proposed a protocol for outpatient visits for patients with advanced HF using continuous intravenous inotropic agents.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectHeart failureen
dc.subjectInsuficiência cardíacapt_BR
dc.subjectCardiotônicospt_BR
dc.subjectCardiotonic agentsen
dc.subjectAssistência centrada no pacientept_BR
dc.subjectPatient-centered careen
dc.subjectSatisfação do pacientept_BR
dc.subjectPatient satisfactionen
dc.titleExperiência de pacientes com insuficiência cardíaca com passeios externos durante internação prolongada e uso de inotrópicopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de especializaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001243202pt_BR
dc.degree.grantorHospital de Clínicas de Porto Alegrept_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelespecializaçãopt_BR
dc.degree.specializationPrograma de Residência Integrada Multiprofissional em Saúdept_BR


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