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dc.contributor.authorSegata, Jeanpt_BR
dc.contributor.authorBeck, Luizapt_BR
dc.contributor.authorMuccillo, Luísa Menucipt_BR
dc.date.accessioned2021-02-19T04:04:52Zpt_BR
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.issn2318-9576pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/218031pt_BR
dc.description.abstractCrescentes taxas de infecção com o novo coronavírus, registradas entre trabalhadores da indústria da carne, seus familiares e comunidade, resultou na suspensão de atividades de diversos estabelecimentos do setor no sul do Brasil. Se frigoríficos e abatedouros não podem ser considerados exatamente seguros, por que os riscos contra a saúde, a moralidade e a civilidade costumam ser representados pela carne não regulamentada de mercados úmidos considerados exóticos? Neste trabalho, queremos mostrar que estas criações intensivas e sua indústria de processamento tece uma miríade de encontros íntimos entre humanos, animais resíduos químicos e orgânicos altamente tóxicos em relações de trabalho precarizado. Convivência, afeto, risco e morte estão o tempo todo implicados. Em nosso argumento, a supervalorização de narrativas exóticas sobre o consumo de animais silvestres oblitera o modo como o capitalismo da carne processada em alta escala molda relações nocivas entre humanos, animais e ambientes.pt_BR
dc.description.abstractIncreasing rates of infection with the new coronavirus, recorded among meat industry workers, their families and the community, resulted in suspension of activities of several meat processing plants in Southern Brazil. If this industry cannot be considered exactly safe, why are risks to health, morality and civility usually represented by the non regulated meat of so called exotic wet exotic markets? In this work, we will analyze the intensive creations and their processing industry weave a myriad of intimate encounters between humans, animals and highly toxic chemical and organic residues in precarious working relations. Coexistence, affection, risk and death are always involved. In our argument, the overvaluation of exotic narratives about the consumption of wild animals obliterates the way that capitalism of processing meat on large scale shapes toxic relations between humans, animals and environments.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofTessituras. Pelotas, RS. Vol. 8, n. 1 (jan./jun. 2020), p. [354]-373pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectMeat processing industryen
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectIndústria da carnept_BR
dc.subjectCapitalismen
dc.subjectCoronaviruspt_BR
dc.subjectAntropologiapt_BR
dc.titleA Covid-19 e o capitalismo na carnept_BR
dc.title.alternativeCovid-19 and the embodied capitalism en
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001121285pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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