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dc.contributor.advisorGriebeler, Marcelo de Carvalhopt_BR
dc.contributor.authorCalvete, Martin Bauerpt_BR
dc.date.accessioned2020-12-17T04:10:01Zpt_BR
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/216628pt_BR
dc.description.abstractVários trabalhos se propuseram a modelar a greve trabalhista, entretanto, poucos consideraram a decisão do trabalhador de participar da greve. Como a greve nem sempre gera resultados desejados por seus participantes, essa decisão é uma escolha que envolve risco. O objetivo deste trabalho é propor um modelo básico para esse problema. Primeiramente discutimos o problema de coordenação de grandes grupos que está presente na greve. Depois revisamos a literatura sobre modelagem de greves e sobre jogos globais. Aplicamos, então, um modelo padrão de jogos globais à greves de trabalhadores sindicalizados e que incorpora a teoria da ação grupal de Olson (1965). Encontramos que a decisão de participação da greve é independente do aumento salarial demandado. Isso se deve ao fato do aumento salarial ser um benefício coletivo. Além disso, encontramos que, para um sindicato com esforços limitados, reprimendas para aqueles que “furam” a greve tem um ponto ótimo, qualquer esforço para além desse ponto teria maiores retornos dispendido em suporte à grevistas ou à melhorar a informação e comunicação com seus trabalhadores.pt_BR
dc.description.abstractSeveral authors proposed different ways to model the labor strike, however, few considered the rank and file choice of taking part in the strike. Not always, the strike achieves results, therefore, taking part is a choice that involves risk. The goal of this work is to offer a base line model to this problem. First, we discuss the problem of coordination of large groups that is present in a strike. Then, we review the literature that had model the strike and the literature about Global Games. Finally, we applied a standard Global Games model to the strike of unionized workers and that includes the theory of collective action of Olson (1965). We find out that the choice of taking part in the strike is independent from the magnitude of the demanded increase in wage. This is because wage increase is a collective benefit. Moreover, we found out that, for a union with limited effort, rebuke for strikebreakers has an optimal point, any effort beyond this point would be better spent in support to the strikers, or in improving communication with the workers.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectTeoria dos jogospt_BR
dc.subjectStrikeen
dc.subjectGrevespt_BR
dc.subjectGame Theoryen
dc.subjectTrabalhadorespt_BR
dc.subjectGlobal Gamesen
dc.subjectModelen
dc.subjectCollective Actionen
dc.titleGreves e o problema de coordenação dos trabalhadores : uma abordagem através de jogos globaispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001120578pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Ciências Econômicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2020/1pt_BR
dc.degree.graduationCiências Econômicaspt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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