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dc.contributor.authorPereira, Nilton Mulletpt_BR
dc.contributor.authorGil, Carmem Zeli de Vargaspt_BR
dc.contributor.authorSeffner, Fernandopt_BR
dc.contributor.authorPacievitch, Carolinept_BR
dc.date.accessioned2020-06-25T03:33:17Zpt_BR
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.issn1413-2478pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/210595pt_BR
dc.description.abstractO artigo analisa escritos em disciplinas de introdução à prática e estágio em um curso de licenciatura em história, em uma problematização do tempo e da temporalidade. Parte da premissa de que as questões urgentes do presente são condutoras da aprendizagem em história. Tal estratégia, decorrente da produção de planejamentos e de diários dos licenciandos, sustenta-se no tempo futuro como abertura ética da aula de história em sua relação com o mundo. Nesse sentido, foi fundamental o pensamento de Pagès como possibilidade para o planejamento de aulas de história, pautadas nas urgências do presente e de um passado que não passa e que, por isso mesmo, insiste e subsiste na forma de um acontecimento que distribui seus efeitos em um tempo não cronológico e não estabilizado.pt_BR
dc.description.abstractThis article analyzes writings on subjects related to the introduction to practice and internship in a History undergraduate course, based on a problematization of time and temporality. It assumes that current urgent issues lead to History learning. This strategy results from the preparation of plans and diaries by undergraduates and is sustained in the future as an ethical opening for History classes in its relationship with the world. In this scenario, Pagès’s thought was fundamental as a possibility for planning History classes, based on urgencies of the present and a past that remains and, therefore, persists and survives as an event that distributes its effects since a non-chronological and unstable time.en
dc.description.abstractEl artículo analiza escritos en materias de introducción a la práctica y pasantía en un curso de licenciatura en historia, a partir de una problematización del tiempo y la temporalidad. Se parte de la premisa de que los problemas apremiantes del presente son propicios para el aprendizaje de la historia. Esta estrategia, resultante de la producción de planes y diarios por los estudiantes de pregrado, se sostiene en el tiempo futuro como la apertura ética de la clase de historia en su relación con el mundo. En este sentido, el pensamiento de Pagès fue fundamental como una posibilidad para la planificación de clases de historia, basadas en las urgencias del presente y un pasado que no pasa y, por lo tanto, insiste y subsiste en la forma de un evento que distribuye sus efectos desde un tiempo no cronológico y no estabilizado.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofRevista brasileira de educação. Rio de Janeiro, RJ. Vol. 25 (mar. 2020), e250002, 20 f.pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectHistory teachingen
dc.subjectEnsino de históriapt_BR
dc.subjectPlanning History classesen
dc.subjectPresent timeen
dc.subjectEnseñanza de historiaes
dc.subjectPlanes de enseñanza en historiaes
dc.subjectTiempo presentees
dc.titleEnsinar história [entre]laçando futurospt_BR
dc.title.alternativeTeaching history (inter)lacing futures en
dc.title.alternativeEnseñar historia (entre)mezclando futuros es
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001113492pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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