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dc.contributor.authorGalet-Macedo, Carmenpt_BR
dc.contributor.authorFelipe, Janept_BR
dc.date.accessioned2020-06-20T03:41:16Zpt_BR
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.issn0104-1037pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/210474pt_BR
dc.description.abstractDados do Conselho da Europa mostram que 20% das crianças europeias sofrem abusos sexuais. Um estudo realizado em 21 nações concluiu que a Espanha é, junto com os Estados Unidos, o país com a maior porcentagem de casos de abuso/violência contra a criança. Na Espanha, 19% da população adulta admitem haver sofrido abusos sexuais em algum momento de sua infância. Entre os homens, essa porcentagem é de 15,2%, e entre as mulheres, de 22,5%. Por isso, é necessária uma ação eficaz e não apenas interventiva, mas preventiva para evitar que os menores se encontrem submetidos a qualquer tipo de abuso. Toda a sociedade deveria comprometer-se com essa faixa da população tão vulnerável e assumir que a prevenção é responsabilidade de todos. É preciso haver uma relação profissional em rede entre as diferentes instituições com essa finalidade anunciada, tanto de prevenção quanto de intervenção. Outro ponto importante: ao falar de infância e de imagem, é mister considerar os meios de comunicação, que nos ajudam a conhecer a realidade, mas ao selecionar essa realidade e não outra, eles também nos motivam a configurá-la.pt_BR
dc.description.abstractEste artículo presenta datos del Consejo de Europa que muestran que el 20% de los niños europeos sufren con la práctica de abusos sexuales. Un estudio realizado en 21 estados concluyó que España es, junto con Estados Unidos, el país con el porcentaje más elevado de casos de abuso/violencia infantil. En España, el 19% de la población adulta admiten haber sufrido abusos sexuales en algún momento de su infancia. En los varones este porcentaje es del 15,2%, y en las mujeres, del 22,5%. Por eso, se hace necesaria una acción eficaz y no sólo interventiva, sino preventiva para evitar que los menores se encuentren sometidos a cualquier tipo de abuso. La sociedad entera debería comprometerse con esta franja de población tan vulnerable y asumir que la prevención es responsabilidad de todos. Es preciso una relación profesional en red entre las diferentes instituciones, con esa finalidad anunciada, tanto de prevención como de intervención. Otro punto importante: al hablar de infancia y de imagen, se hace obligado hacerlo también de los medios de comunicación, que nos ayudan a conocer la realidad, pero al seleccionar esa realidad y no otra, también nos impulsan a configurarla.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofEm aberto. Porto Alegre. Vol. 29, n.95 (jan./abr. 2016), p. 53-68pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectInfanciaes
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectViolênciapt_BR
dc.subjectAbuso sexuales
dc.subjectViolencia infantiles
dc.subjectAbusopt_BR
dc.subjectImagempt_BR
dc.subjectPedofilizaciónes
dc.titleAbuso/violencia infantil y derecho a la imagen en el contexto europeo y españolpt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001000411pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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