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dc.contributor.advisorManfro, Roberto Cerattipt_BR
dc.contributor.authorCastro Filho, João Batista Saldanha dept_BR
dc.date.accessioned2020-05-22T03:48:16Zpt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/207464pt_BR
dc.description.abstractBase teórica. As diretrizes assistenciais recomendam biópsias de vigilância na DGF, no entanto, tais diretrizes são de uma época em que a efetividade dos regimes imunossupressores, em prevenir rejeição aguda, era consideravelmente menor. A elevada incidência de disfunção inicial do enxerto (DGF) observada no Brasil determina que biópsias de vigilância sejam realizadas com considerável frequência em pacientes transplantados renais. Objetivo. O objetivo do estudo é avaliar a utilidade presente dessas biópsias e as características clínico-laboratoriais associadas aos desfechos do enxerto renal. Métodos. Coorte retrospectiva de pacientes transplantados renais com órgãos de doadores falecidos no Hospital de Clínicas de Porto Alegre entre Janeiro de 2006 e Julho de 2019 com DGF submetidos à biópsia de vigilância. Resultados. Realizadas 356 biópsias, maioria dos pacientes masculinos (61,2%), caucasóides (74,9%), sendo 51,7% sem sensibilização HLA. O tempo de isquemia fria foi 25,6±5,6 horas. Em 89,1% dos casos houve indução da imunossupressão com anticorpos. Em média as biópsias foram realizadas no dia 14,7±8,2 de pós-operatório. Na análise histológica foram identificadas 6 (1,7%) biópsias normais, 142 (39,9%) biópsias com necrose tubular aguda isolada, 90 (25,3%) alterações borderline, 87 (24,4%) casos de rejeição aguda celular, 5 (1,4%) rejeiões agudas mediadas por anticorpos, 23 (6,5%) necroses de coagulação, 1 (0,3%) microangiopatia trombótica e 2 (0,6%) pielonefrites. Não houve correlação entre idade do doador, raça, sensibilização e doador limítrofe com rejeição aguda. Em análise multivariada foram significativas as correlações da rejeição aguda com o tempo de DGF, idade do receptor e tipo da terapia de indução. Conclusão. A elevada incidência de rejeição aguda nesse grupo de pacientes, mesmo sob terapia imunossupressora contemporânea, faz com que as biópsias de vigilância permaneçam um recurso diagnóstico essencial em pacientes transplantados renais com órgãos de doador falecido que apresentem DGF.pt_BR
dc.description.abstractBackground. The high incidence of delayed graft dysfunction (DGF) observed in Brazil determines that surveillance biopsies are performed with considerable frequency in kidney transplant recipients. The still current guidelines were written in an era in which the effectiveness of immunosuppressive therapy was substantially lower in preventing acute rejection. Objective. To evaluate the usefulness of surveillance biopsies and the clinical-laboratory characteristics associated with renal graft outcomes in particular acute graft rejection. Methods. Retrospective cohort of kidney transplant patients at the Hospital de Clínicas of Porto Alegre between January 2006 and July 2017 who underwent a surveillance graft biopsy during the DGF period. Results. Three hundred and fifty-six biopsies were performed in 335 patients who were predominantly males (61.2%), Caucasoid (74.9%), and without HLA sensitization (51.7%). Mean cold ischemia time was 25.6±5.6 hours. Antibody induction therapy occurred in 89.1% of patients. On average, biopsies were performed at 14.7±8.2 days after transplantation. Histological analysis identified 6 (1.7%) normal biopsies, 142 (39.9%) biopsies with isolated acute tubular necrosis, 90 (25.3%) borderline alterations, 87 (24.4%) cases of acute cellular rejection, 5 (1.4%) acute antibody-mediated rejections, 23 (6.5%) coagulation necrosis, 1 (0.3%) thrombotic microangiopathy and 2 (0.6%) pyelonephritis. There was no correlation between donor age, race, sensitization and borderline donor with acute rejection. In the multivariate analysis, the correlations between DGF length, recipient age and type of induction therapy were significant. Conclusion. The high incidence of acute rejection in the subset of kidney transplant recipients with DGF, even under contemporary immunosuppressive therapy, sustains surveillance biopsies as an essential diagnostic resource in deceased donor kidney transplant recipients with DGF.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectTransplante de rimpt_BR
dc.subjectKidney transplantationen
dc.subjectBiópsiapt_BR
dc.subjectDelayed graft functionen
dc.subjectRejeição de enxertopt_BR
dc.subjectSurveillance biopsiesen
dc.subjectAcute rejectionen
dc.titleUtilidade das biópsias de vigilância em transplantados renais na vigência de disfunção inicial do enxertopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001113076pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2019pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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