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dc.contributor.authorCarlotto, Rodrigo Carvalhopt_BR
dc.contributor.authorTeixeira, Marco Antonio Pereirapt_BR
dc.contributor.authorDias, Ana Cristina Garciapt_BR
dc.date.accessioned2017-07-04T02:32:10Zpt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.issn1413-8271pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/163632pt_BR
dc.description.abstractEste estudo investigou as possíveis relações entre estratégias de coping e a adaptação acadêmica em estudantes universitários. Além disso, procurou-se verificar se o gênero ou a etapa do curso (primeiro ou último ano) influenciariam na escolha de determinadas estratégias e nos níveis de adaptação ao ensino superior. Participaram desse estudo 412 acadêmicos. Para a coleta dos dados utilizou-se o Questionário de Vivências Acadêmicas – Versão Reduzida (QVA-r), a Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP) e um questionário de dados sociodemográficos. Pode-se perceber que as estratégias focadas no problema e no suporte social correlacionaram-se positivamente com o processo de adaptação acadêmica e, na emoção e nas práticas religiosas/pensamento fantasioso, por sua vez, estiveram relacionadas negativamente com o processo de ajustamento ao ensino superior.pt
dc.description.abstractThis study investigated possible correlations between coping strategies and academic adaptation among undergraduate students. Furthermore, we sought to verify whether students’ gender and college year (first or last year) would influence their choice of specific strategies as well as their levels of adaptation to higher education. The sample consisted of 412 undergraduate students. The instruments used were the Academic Experiences Questionnaire – Reduced Version (AEQ-r), Ways of Coping Questionnaire (WAYS) and a sociodemographic questionnaire. Results revealed that strategies focused both on the problem and social support had a positive correlation with academic adaptation. On the other hand, strategies focused on emotion and religious practices/fanciful thinking were negatively related to the process of adaptation to higher education.en
dc.description.abstractEste estudio investigó las posibles relaciones entre las estrategias de coping y la adaptación académica en estudiantes universitarios. Además, buscó verificar si el género o la etapa del curso (primer o último año) influyeron en la elección de determinadas estrategias y en los niveles de adaptación a la enseñanza superior. Participaron del estudio 412 académicos y para la cosecha de datos se utilizó el Cuestionario de Vivencias Académicas – versión reducida – (CVA-r), la Escala Maneras de Enfrentamiento de Problemas (EMEP) y un cuestionario de datos sociodemográficos. Se pudo percibir que las estrategias enfocadas en el problema y en el apoyo social se correlacionaron positivamente con el proceso de adaptación académica. Las estrategias enfocadas en la emoción y en las prácticas religiosas/pensamiento fantasioso, a su vez, estuvieron relacionadas negativamente con el proceso de ajuste en la enseñanza superior.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofPsicoUSF. Bragança Paulista, SP. Vol. 20, n. 3 (set./dez. 2015), p. 421-432.pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEstudantes universitáriospt_BR
dc.subjectAdaptation to universityen
dc.subjectCopingpt_BR
dc.subjectCopingen
dc.subjectAdaptação psicológicapt_BR
dc.subjectAcademic experiencesen
dc.subjectHigher educationen
dc.subjectUndergraduate studentsen
dc.subjectAdaptación a la universidades
dc.subjectCopinges
dc.subjectVivencias académicases
dc.subjectEducación superiores
dc.subjectUniversitarioses
dc.titleAdaptação acadêmica e coping em estudantes universitáriospt_BR
dc.title.alternativeAdaptation to university and coping among undergraduate students en
dc.title.alternativeAdaptación académica y coping en estudiantes universitarios es
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001024625pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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