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dc.contributor.authorCorreia, Jaqueline Driemeyerpt_BR
dc.contributor.authorPerry, Ingrid Dalira Schweigertpt_BR
dc.date.accessioned2017-05-09T02:24:07Zpt_BR
dc.date.issued2010pt_BR
dc.identifier.issn0101-5575pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/157584pt_BR
dc.description.abstractAs doenças cardiovasculares são responsáveis por mais de 1/3 das mortes no Brasil sendo as lesões vasculares, que acompanham essas doenças, associadas intrinsecamente ao processo inflamatório endotelial. Recentes trabalhos têm mostrado que a paraoxonase (PON), devido a sua ligação ao perfil lipídico e seu efeito protetor através do potencial antioxidante da lipoproteína de alta densidade (HDL), estaria diretamente ligada à redução de fatores de disfunção endotelial protegendo contra a oxidação de lipoproteínas de baixa densidade (LDL). Alterações na atividade da PON têm sido relatadas conforme alterações alimentares o que levanta a hipótese de uma possível modulação dietética dessa enzima. Assim, se propôs esta revisão da literatura buscando elucidar os mecanismos pelos quais a dieta poderia modular a PON, com a finalidade de ampliar conhecimentos dirigidos ao tratamento e prevenção das doenças cardiovasculares por meio de terapêutica dietética. Foram encontrados 123 artigos e selecionados 28 estudos que relacionam a PON à dieta, em humanos. Embasado em todos os estudos descritos, acredita-se que a atividade da paraoxonase é modificada através de fatores dietéticos, especialmente o consumo de ácidos graxos, sendo os poliinsaturados e os monoinsaturados os maiores responsáveis pelo aumento da atividade enzimática. Porém, os mecanismos pelos quais ocorre essa modulação, a quantidade diária de consumo para surtir um efeito preventivo na aterosclerose e os motivos pelos quais alguns estudos não encontram tal efeito ainda são desconhecidos.pt_BR
dc.description.abstractThe cardiovascular diseases are responsible for more than 1/3 of deaths in Brazil. Vascular lesions that accompany these diseases are inextricably linked to the endothelial inflammatory process. Recent studies have shown that serum activity of the HDL-associated antioxidant enzyme paraoxonase (PON) would be directly linked to the reduction of endothelial dysfunction factors by protecting against low density lipoproteins (LDL) oxidation. Changes in PON activity have been reported as dietary changes which raises the hypothesis of a possible dietary modulation of this enzyme. Thus, this literature review aimed to elucidate the mechanisms by which diet could modulate the PON. The goal of this proposal was to extend knowledge directed to the treatment and prevention of cardiovascular diseases through dietary therapy. We found 134 articles and selected 30 studies that relate the PON to the diet in humans. Based on all the studies described, it is thought that the activity of paraoxonase is modified by dietary factors, especially the consumption of fatty acids, among which the polyunsaturated and monounsaturated fats are the most responsible for the increase in enzyme activity. However, the mechanisms by which such modulation occurs, the amount of daily consumption to result in a preventive effect on atherosclerosis, and the reasons why some studies find no such effect are still unknown.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofRevista HCPA. Porto Alegre. Vol. 30, n. 3 (2010), p. 271-278pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEstresse oxidativopt_BR
dc.subjectParaoxonaseen
dc.subjectDietéticapt_BR
dc.subjectDieteticsen
dc.subjectOxidative stressen
dc.titleModulação dietética da atividade da paraoxonase : revisão de estudos em humanospt_BR
dc.title.alternativeDietary modulation of activity of paraoxonase : human studies reviewen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000766177pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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