Social inequalities in neonatal mortality and living condition
dc.contributor.author | Gonçalves, Annelise de Carvalho | pt_BR |
dc.contributor.author | Costa, Maria da Conceição Nascimento | pt_BR |
dc.contributor.author | Paim, Jairnilson Silva | pt_BR |
dc.contributor.author | Silva, Ligia Maria Vieira da | pt_BR |
dc.contributor.author | Braga, José Uéleres | pt_BR |
dc.contributor.author | Barreto, Mauricio Lima | pt_BR |
dc.date.accessioned | 2014-08-21T02:11:33Z | pt_BR |
dc.date.issued | 2013 | pt_BR |
dc.identifier.issn | 1415-790X | pt_BR |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10183/101536 | pt_BR |
dc.description.abstract | Objective: To evaluate the association between the spatial distribution of neonatal mortality and living conditions, and to analyze trends in the social inequalities, related to this mortality, in Salvador, Bahia, Brazil, 2000 – 2006. Methods: The city’s Information Zones, the unit of analysis used in this study, were grouped into strata reflecting high, intermediate, low and very low living conditions, based on a living conditions index (LCI). Neonatal mortality rates were calculated for each stratum. Spearman’s correlation, linear regression and relative risks were used in the data analysis. Results: Neonatal mortality in Salvador was found to be associated with living conditions, with risks of 53, 56 and 59% greater, respectively, in the intermediate, low and very low strata, when compared to the high living conditions stratum. Only the intermediate living conditions stratum shows a significant decline in neonatal mortality (β = -0.93; p = 0.039). In the stratum of high living conditions, it was observed a stagnation of this mortality. Conclusions: Poorer living conditions were associated to higher risks of neonatal mortality. The slight decline in social inequalities, found in neonatal mortality, was due to a decline in the intermediate living conditions stratum. Although dependent on the access to quality healthcare services and life support technologies, a more consistent reduction in the neonatal mortality and its associated inequalities will only be achieved when broader-reaching public policies are implemented, improving the living conditions, and mainly focusing on priority groups. | en |
dc.description.abstract | Objetivos: Avaliar a associação entre distribuição espacial da mortalidade neonatal e condições de vida, e analisar as tendências das desigualdades sociais relacionadas a essa mortalidade, em Salvador, Bahia, Brasil, 2000 – 2006. Métodos: As Zonas de Informação da cidade, a unidade de análise utilizada nesse estudo, foram agrupadas em estratos de alta, intermediária, baixa e muito baixa condições de vida, com base em um Índice de Condições de Vida (ICV). Taxas de mortalidade neonatal foram calculadas para cada estrato. Correlação de Spearman, regressão linear e riscos relativos foram utilizados na análise de dados. Resultados: a mortalidade neonatal em Salvador mostrou-se associada às condições de vida, com risco de 53, 56 e 59% maior, respectivamente, nos estratos intermediários, baixa e muito baixa em comparação com o de alta condição de vida. Somente o estrato de condições de vida intermediário mostrou uma queda significativa na mortalidade neonatal (β = -0,93, p = 0,039). No estrato de condições de vida elevado, observou-se a estagnação desta mortalidade. Conclusões: Piores condições de vida foram associadas a maiores riscos de mortalidade neonatal. A ligeira redução das desigualdades sociais encontradas na mortalidade neonatal foi devida ao declínio na mortalidade do estrato de intermediária condição de vida. Embora dependente do acesso a serviços de qualidade de saúde e tecnologias de suporte à vida, uma redução mais consistente da mortalidade neonatal e das desigualdades só será alcançada quando forem implementadas políticas públicas de mais amplo alcance, melhorando as condições de vida, focalizando, principalmente, em grupos prioritários. | pt_BR |
dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
dc.language.iso | eng | pt_BR |
dc.relation.ispartof | Revista brasileira de epidemiologia. Rio de Janeiro. Vol. 16, n.3 (2013), p. 682-691 | pt_BR |
dc.rights | Open Access | en |
dc.subject | Infant mortality | en |
dc.subject | Desigualdades sociais | pt_BR |
dc.subject | Social conditions | en |
dc.subject | Mortalidade neonatal | pt_BR |
dc.subject | Health inequalities | en |
dc.subject | Condições sociais | pt_BR |
dc.subject | Social conditions | en |
dc.subject | Mortality | en |
dc.subject | Risk factors | en |
dc.title | Social inequalities in neonatal mortality and living condition | pt_BR |
dc.title.alternative | Desigualdades sociais na mortalidade neonatal e condição de vida | pt |
dc.type | Artigo de periódico | pt_BR |
dc.identifier.nrb | 000914592 | pt_BR |
dc.type.origin | Nacional | pt_BR |
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