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dc.contributor.advisorPaskulin, Lisiane Manganelli Girardipt_BR
dc.contributor.authorSausen, Lisiane Soares Velhopt_BR
dc.date.accessioned2013-09-27T01:48:36Zpt_BR
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/78412pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A população mundial vem sofrendo mudanças significativas no que se refere ao envelhecimento populacional. Os idosos utilizam os serviços hospitalares de maneira mais intensiva que os demais grupos etários, envolvendo maiores custos, tratamentos prolongados e recuperação lenta. Frente a essa realidade, os objetivos do estudo foram: caracterizar o perfil sociodemográfico, identificar os aspectos relacionados à saúde e descrever as redes de apoio social dos idosos classificados como não urgentes do Serviço de Emergência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Métodos: estudo seccional com 31 idosos classificados como não urgentes, identificados a partir de um banco de dados de um estudo maior. Foram utilizados dados sociodemográficos, de saúde e sobre a rede de apoio, analisados por meio de estatística descritiva com o apoio do programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 18.0. O projeto maior foi aprovado pelo Comitê de Ética do HCPA (processo nº:110023) e a presente investigação foi aprovada pela Comissão de Pesquisa da Escola de Enfermagem. Resultados: a maior parte dos idosos classificados como não urgentes eram do sexo feminino (58,1%), com idade entre 60 e 69 anos (55,0%), com até oito anos de estudo (64,6%), viúvos (38,7%), procedentes do município de Porto Alegre (61,3%), aposentados (64,5%), com renda familiar de até quatro salários mínimos (77,4%), residiam em domicílio multigeracional (70,9%), mas uma parcela significativa dos idosos viviam sós (22,6%). Quanto aos aspectos relacionados à saúde, 77,4% consideravam-se saudáveis, 45,1% referiram possuir apenas uma doença crônica e 25,8% relataram não possuir nenhuma morbidade. As morbidades mais referidas foram as cardiovasculares (44,1%). Com relação ao apoio informal, os idosos referiram fornecer mais apoio (85,2%) do que recebiam da família (81,8%). Entre os tipos de apoio fornecidos estavam dinheiro (33,3%) e cuidados com o neto (20,4%) e entre os recebidos estavam o cuidado pessoal (29,1%) e o auxílio para se locomover (20,0%). Considerando o apoio de instituição formal, 51,6% declarou receber auxílio de serviços de saúde, predominando o apoio com medicamentos (51,6%). Conclusões: este estudo torna-se relevante em virtude da escassez de dados no Brasil para subsidiar a qualificação do atendimento de idosos nos serviços de urgência bem como na atenção em rede. Os resultados fornecem informações relevantes que permitem a formulação e a elaboração de ações de saúde direcionadas às necessidades específicas desta população.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectSaúde do idosopt_BR
dc.subjectServiço hospitalar de emergênciapt_BR
dc.subjectApoio socialpt_BR
dc.subjectEnfermagem em emergênciapt_BR
dc.titlePerfil dos idosos classificados como não urgentes em um serviço de emergênciapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb000899048pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Enfermagempt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2013pt_BR
dc.degree.graduationEnfermagempt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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