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dc.contributor.advisorRosenfield, Cinara Lerrerpt_BR
dc.contributor.authorRauber, Janaina Bacinpt_BR
dc.date.accessioned2013-08-16T01:46:48Zpt_BR
dc.date.issued2012pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/77165pt_BR
dc.description.abstractO estudo presente versa sobre o mundo da costura, no qual as protagonistas desse enredo sociológico são trabalhadoras por conta própria. A partir dessas múltiplas vozes, ou seja, desses sujeitos de pesquisa, analisamos como se configura a autonomia no trabalho no contexto de trabalho de costureiras independentes. Para tanto, nosso locus de pesquisa de campo se concentra na região metropolitana de Porto Alegre/RS. Partimos da ideia de que o trabalho por conta própria é de natureza a priori autônoma. Contudo, quando lançamos o olhar para a realidade empírica dessas trabalhadoras, a autonomia no trabalho é colocada em questão. A partir da análise de sete entrevistas semiestruturadas, constatou-se que a inserção das costureiras pela via do trabalho por conta própria, isto é, de natureza autônoma, não necessariamente conduz a autonomia no trabalho. As costureiras, por princípio, nessa modalidade de trabalho, têm a liberdade para determinar por si mesmas as regras de ação do trabalho, da sua vida e de fato isso acontece. Entretanto, ao mesmo tempo, a realidade mostra-se complexa e fluida, apresentando arranjos ora totalmente autônomos e ora subordinados a outrem nas suas condições de trabalho.pt_BR
dc.description.abstractThe present study is about the world of couture, in which the protagonists of this sociological storyline are self-employed. From these multiple voices, in other words, these research individuals, we analyze how configure the autonomy at work in the context of independent work of seamstresses. Therefore, our locus of field research focuses on the metropolitan area of Porto Alegre/RS. We started from the idea that self-employment is a priori autonomous nature. However, when we launched our gaze to the empirical reality of these workers, autonomy at work is called into question. From the analysis of seven semi-structured interviews, we found that the insertion of seamstresses through independent work, what is autonomous nature, does not necessarily lead to autonomy at work. The seamstresses, in principle, in this kind of work, have the freedom to determine for themselves the rules of action work, his life and this happen. However, at the same time, the reality shows complex and fluid, with arrangements now fully autonomous and sometimes subordinate to others in their working conditions.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAutonomy at worken
dc.subjectAutonomiapt_BR
dc.subjectSelf-employmenten
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectSeamstressesen
dc.subjectTrabalho autônomopt_BR
dc.subjectCostureiraspt_BR
dc.subjectSociologia do trabalhopt_BR
dc.titleO mundo da costura : a autonomia no trabalho de costureiras por conta própriapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb000894903pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2012pt_BR
dc.degree.graduationCiências Sociais: Bachareladopt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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