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dc.contributor.advisorChiela, Eduardo Cremonese Filippipt_BR
dc.contributor.authorMoraes, Maicon Pereirapt_BR
dc.date.accessioned2026-02-24T07:59:53Zpt_BR
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/301791pt_BR
dc.description.abstractO câncer de pulmão é a principal causa de mortalidade por câncer no mundo. Ele tem um prognóstico desfavorável devido ao diagnóstico tardio e resistência à quimioterapia. No câncer, a senescência celular parece desempenhar um papel duplo, agindo tanto na supressão de novos tumores quanto na promoção de tumores preexistentes. Considerando que a senescência pode estar envolvida em processos de progressão, resistência e recorrência tumoral, entender seu mecanismo na resposta a terapia é clinicamente relevante. Assim, esse trabalho visou caracterizar a proliferação celular e cinética de morfometria nuclear em células da linhagem de adenocarcinoma pulmonar A549 expostas a cisplatina e etoposídeo em desenho experimental semelhante ao protocolo clínico. Para tanto, a linhagem A549 de adenocarcinoma pulmonar foi tratada por 48 horas com cisplatina 40 (Cis40) ou 10 μM (Cis10) e etoposídeo 6,6 μM (Eto6.6), isoladas ou em combinação (Cis10Eto6.6). Após as 48 horas, as células foram contadas e mantidas em Meio Livre de Droga (MLD) para análise do Cumulative Population Doubling (CPD) e morfologia celular por 15 dias. Também, foi realizada Análise Morfométrica Nuclear (NMA), para acompanhar os fenótipos nucleares após o tratamento. Assim, após 48 horas de tratamento, houve redução na população celular de Cis10, Cis40, Eto6.6 e Cis10Eto6.6 para 38,1%, 20,3%, 50,8% e 43,3%, respectivamente, em relação ao controle. Durante os 15 dias em MLD surgiram células aumentadas, com fenótipo achatado e prolongamentos, assim como tamanho nuclear aumentado, características fenotípicas de senescência, especialmente para a Cis40. Resultados preliminares do CPD sugerem menor proliferação nesta dose. Para o Eto, observamos aumento nuclear transitório, porém sem alteração no CPD, sugerindo quiescência mas não senescência celular. Portanto, o tratamento com cisplatina parece induzir senescência no CP. Esta indução pode implicar em piores prognósticos clínicos, o que pode embasar terapias combinadas de cisplatina com senoterapias.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAdenocarcinoma de pulmãopt_BR
dc.subjectCélulas A549pt_BR
dc.subjectEtoposídeopt_BR
dc.subjectCisplatinopt_BR
dc.titleAvaliação da proliferação e da morfometria nuclear na linhagem de adenocarcinoma pulmonar A549 em resposta à cisplatina e etoposideopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001209763pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Ciências Básicas da Saúdept_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2024pt_BR
dc.degree.graduationBiomedicinapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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