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dc.contributor.advisorFerreira, Guilherme Gomespt_BR
dc.contributor.authorDorneles, Lara dos Santospt_BR
dc.date.accessioned2026-01-21T07:55:05Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/300458pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho de conclusão de curso (TCC) tem como tema central as experiências sociais de pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA) em relação ao acesso à rede de atenção à saúde na cidade de Porto Alegre. O interesse no tema surge a partir de uma experiência pessoal, atrelada à trajetória acadêmica e ao interesse profissional na área da saúde. A pesquisa buscou refletir sobre as experiências das PVHA no acesso à rede, os desafios e perspectivas de enfrentamento ao HIV. Utilizou-se o conceito de experiência social, a partir da perspectiva dialético-crítica, buscando se distanciar das visões fenomenológicas. A partir do método de história oral, utilizou-se tópicos-guia para realizar as entrevistas com três pessoas que vivem com HIV, sendo elas uma mulher lésbica de 34 anos, um homem gay de 36 anos e uma mulher trans de 61 anos. A análise de dados se deu a partir do método de análise textual discursiva. Através da pesquisa identificou-se o HIV/Aids como uma expressão da questão social, sendo atravessado por fatores sociais e históricos, por desigualdades e estigma. A sorofobia e o estigma, especialmente contra a comunidade LGBTI+, condicionam as PVHA a manter o sigilo como forma de autoproteção, de modo a criarem-se barreiras sociais no acesso à rede de saúde e assistência social. A pesquisa destaca a rede de apoio (familiar e extrafamiliar) como um determinante social de saúde (DSS) essencial para a adesão à terapia antirretroviral (TARV) e para o fortalecimento da saúde mental das PVHA. No mais, identificou-se que a rede de atenção à saúde de Porto Alegre é bem estruturada e completa. Porém, o acesso se apresenta ao longo dos relatos como desigual e imprevisível, marcado por barreiras geográficas e de comunicação. Apresenta-se também o conceito i=i como um grande avanço, com potencial de diminuir o estigma e gerar mais qualidade de vida para as PVHA. No entanto, observou-se que falta divulgação e acesso a informação sobre novas tecnologias de prevenção (tais como a PrEP) e a respeito do conceito i=i em Porto Alegre. Considerou-se que as políticas públicas de prevenção são insuficientes, além de, por vezes, serem individualizantes e medicalizantes. Ainda, considerou-se que o Serviço Social é fundamental no enfrentamento à epidemia de HIV/Aids, atuando na garantia de direitos das PVHA e no combate ao estigma e aos preconceitos, por meio das suas competências ético-políticas, teórico-metodológicas e técnico-operativas. Diante disso, o trabalho do assistente social deve se basear na concepção do HIV/Aids como um fenômeno biopsicossocial, se posicionando de forma combativa a todo tipo de preconceitopt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAtenção à saúdept_BR
dc.subjectDireito à saúdept_BR
dc.subjectAIDSpt_BR
dc.subjectHIVpt_BR
dc.titleAs experiências sociais de pessoas vivendo com HIV/AIDS com o acesso à rede de atenção à saúdept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001300186pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Psicologia, Serviço Social, Saúde e Comunicação Humanapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.graduationServiço Socialpt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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