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dc.contributor.advisorTorossian, Sandra Djambolakdjianpt_BR
dc.contributor.authorMoraes, Vitória Silvapt_BR
dc.date.accessioned2025-08-23T08:06:07Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/295607pt_BR
dc.description.abstractO estudo a seguir tem como objetivo abordar o trabalho socioeducativo, trazendo reflexões e tensionando seus objetivos e contradições ao trazer questões, à luz da teoria psicanalítica, sobre o que representaria o ato infracional dentro do contexto da juventude brasileira e do cenário sociopolítico em que vivemos. Busco, por meio do estudo clínico proposto por Rodulfo (2004), trazer cenas das experiências com os jovens para colocar questões a respeito da prática e da teoria, além de pensar em uma perspectiva de sujeito não individualizante, sempre relacionada com o laço social e o momento histórico em que se vive. O trabalho se propõe a ser um ensaio, nos termos trazidos por Adorno (2003), enquanto aquilo que se dedica a construir um sentido e um conhecimento, ao longo do processo, sem se deter a uma norma estática, mas a uma costura artística que se pode produzir a partir do movimento e da experimentação. A experiência trazida ao longo do trabalho não se produziu em espaço psicanalítico tradicional, mas sim de educação social, tendo também como referência essas outras perspectivas do fazer com a socioeducação: assistência social, trabalho pedagógico frente à medida socioeducativa (MSE), educação social e saúde coletiva. A partir dessa articulação interdisciplinar, foi possível construir espaços profundos de escuta e acompanhamento que originaram e motivaram esta escrita. Proponho, inicialmente, pensarmos sobre qual a escuta possível diante daquilo que transborda o real do cotidiano dos jovens, além de como pensar as juventudes existentes de forma não normatizante e contracolonial para, de fato, produzir um ambiente implicado politicamente e garantidor de direitos. Nas seguintes partes, trago cenas para pensar e questionar sobre o paradoxo das medidas e sobre leituras possíveis daquilo que se coloca em ato para os jovens. Por fim, uma leitura sobre o sintoma, em termos psicanalíticos, e a articulação com a expressão infracional, entendendo-a em um lugar potencialmente subversivo frente a isso que Rosa (2015) caracteriza enquanto dimensão sociopolítica do sofrimento.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectMedida socioeducativapt_BR
dc.subjectAdolescente em conflito com a leipt_BR
dc.subjectSintoma socialpt_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.title“Eu sonhei com um beco que ia até o final, mas não tinha saída?” : um ensaio clínico-político acerca do processo socioeducativopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001290897pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Psicologiapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.graduationPsicologiapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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