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dc.contributor.advisorSchuch, Ilainept_BR
dc.contributor.authorZanchetti, Ana Júlia Daroitpt_BR
dc.date.accessioned2025-08-08T08:01:15Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/294867pt_BR
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: A imagem corporal adquire especial relevância durante a adolescência, período caracterizado por intensas transformações físicas, emocionais e sociais. Trata-se de um componente fundamental da saúde física e psicossocial, sendo que a insatisfação com a imagem corporal se configura como um fator preocupante, uma vez que pode desencadear preocupações excessivas e representar um risco para o desenvolvimento de problemas como baixa autoestima e transtornos alimentares. Diversos fatores, como raça/cor da pele e sexo, têm se mostrado influentes na percepção da imagem corporal. OBJETIVO: Analisar as relações entre raça/cor da pele e imagem corporal em estudantes de escolas públicas brasileiras que participaram da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com dados da PeNSE 2019, incluindo escolares de 13 a 17 anos de escolas públicas. Foram analisadas variáveis sobre imagem corporal: sentimento em relação ao corpo, percepção corporal e comportamentos de controle de peso, estratificadas por raça/cor da pele e sexo. As análises descritivas consideraram o efeito do delineamento amostral complexo e aplicação de ponderação amostral, com estimativas de prevalência e intervalos de confiança (95%). RESULTADOS: Estudantes negros e indígenas, independentemente do sexo, demonstraram maior satisfação corporal e autopercepção do próprio corpo como “normal”, enquanto estudantes brancos apresentaram maior insatisfação e percebem-se “gordos”. Houve maior tentativa de perda de peso entre brancos e maior uso de produtos para perda ou ganho de peso entre indígenas e amarelos. Comportamentos não saudáveis de controle de peso foram mais frequentes entre meninas de todos grupos raciais, enquanto entre os meninos predominou o uso de suplementos para ganho de peso ou massa muscular sem orientação médica. CONCLUSÃO: As diferenças de imagem corporal e comportamentos de controle de peso entre adolescentes brasileiros nesta pesquisa reforçam a influência de raça/cor da pele e sexo nestas variáveis. Os achados reforçam a importância do desenvolvimento e implementação de estratégias de cuidado e prevenção que promovam comportamentos saudáveis desde a adolescência, considerando as interseccionalidades de raça/cor e sexo.pt_BR
dc.description.abstractINTRODUCTION: Body image assumes particular importance during adolescence, a period marked by significant physical, emotional, and social changes. It represents a key component of both physical and psychosocial health, with body dissatisfaction constituting a risk factor due to its potential to trigger excessive concerns and contribute to the development of conditions such as low self-esteem and eating disorders. Several factors, including race/skin color and sex, have been identified as influential in body image perception. OBJECTIVE: To analyze the relationships between race/skin color and body image among students from Brazilian public schools participating in the 2019 National School Health Survey (PeNSE). METHODS: A cross-sectional analysis was performed using data from the 2019 PeNSE, comprising students aged 13 to 17 years enrolled in public schools. Variables related to body image, including feelings about one’s body, body perception, and weight control behaviors, were analyzed, stratified by race/skin color and sex. Descriptive analyses incorporated the complex sampling design and applied sample weighting, with prevalence estimates and 95% confidence intervals. RESULTS: Black and Indigenous students, regardless of sex, exhibited higher levels of body satisfaction and were more likely to perceive their bodies as “normal”, whereas White students reported greater dissatisfaction and a higher prevalence of perceiving themselves as “fat.” Weight loss attempts were more frequent among White students, while the use of products for weight loss or gain was predominantly observed among Indigenous and Asian students. Unhealthy weight control behaviors were more common among girls across all racial groups, while among boys, the most frequent practice was the unsupervised use of supplements for weight or muscle gain. CONCLUSION: Differences in body image and weight control behaviors among Brazilian adolescents reinforce the influence of race/skin color and sex on these outcomes. The findings emphasize the importance of developing and implementing care and prevention strategies aimed at promoting healthy behaviors from adolescence, taking into account the interrelated dimensions of race/skin color and sex.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.subjectAdolescentsen
dc.subjectImagem corporalpt_BR
dc.subjectBody imageen
dc.subjectFatores raciaispt_BR
dc.subjectRaceen
dc.subjectSexen
dc.subjectFatores sexuaispt_BR
dc.subjectSatisfação com o corpopt_BR
dc.subjectBody satisfactionen
dc.subjectEstudantespt_BR
dc.titleAnálise de raça/cor da pele sobre imagem corporal em estudantes de escola pública na PENSE 2019pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001290664pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.graduationNutriçãopt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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