Mostrar registro simples

dc.contributor.advisorZordan, Paolapt_BR
dc.contributor.authorSilva, Jaqueline de Moura dapt_BR
dc.date.accessioned2025-08-06T06:56:31Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/294688pt_BR
dc.description.abstractEste Trabalho de Conclusão de Curso em Licenciatura em Artes Visuais trata do uso do barro como instrumento simbólico, terapêutico e educativo na construção subjetiva de mulheres. Parte de vivências pessoais e oficinas onde o barro é explorado como meio de expressão, reconexão com a natureza e resgate do feminino ancestral. A intenção é mostrar como a argila pode operar como ferramenta de cura e transformação subjetiva, promovendo escuta, pertencimento, fortalecimento emocional e potencialização de energia. O método é qualitativo, com base numa compilação de saberes multiculturais de tradição oral, relatos autobiográficos e práticas vivenciais. Ações que incluem modelagem de bonecas rituais, banhos de barro, criação de amuletos, e interações com os elementos naturais (terra, água, fogo e ar) guiam processos da escuta sensível de um outrém impessoal, com respeito às histórias individuais, aqui não explicitadas, porém levadas em conta nas experiências e conhecimentos de vida expressos pela autora. A escrita se vale de um suporte interdisciplinar da arte em contextos terapêuticos. Faz compilação de saberes de tradição oral, ainda que envolva autoras e autores como Celeida Tostes, cuja obra Passagem inspira o mergulho simbólico no barro como renascimento; Ana Mendieta, com suas relações entre corpo, natureza e ancestralidade; Ashley Montagu, sobre o valor do toque e da pele; Masaru Emoto, sobre a influência vibracional da água; além de absorções em torno da Ayurveda, mitologia pré-colombiana, saberes do povo cigano e conhecimentos de origem africana, extrações apreendidas em fontes diversas, especialmente informais. A pesquisa também se inspira em práticas do campo ampliado do ensino de Artes Visuais e nos saberes ancestrais indígenas, ciganos e afrodescendentes. A arte cerâmica, quando mediada por escuta atenta e intenção transformadora, tem potencial de atuar como ferramenta de cura, reconexão com o sagrado e afirmação da subjetividade feminina.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectArgila : Artept_BR
dc.subjectCerâmicapt_BR
dc.subjectFemininopt_BR
dc.subjectCurapt_BR
dc.subjectNaturezapt_BR
dc.titleMuheres de barro : remodelando caminhos através da terra úmidapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001290081pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Artespt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.graduationArtes Visuais: Licenciaturapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


Thumbnail
   

Este item está licenciado na Creative Commons License

Mostrar registro simples