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dc.contributor.advisorPeruffo, Luizapt_BR
dc.contributor.authorFonseca, Laura Fagundespt_BR
dc.date.accessioned2025-04-25T06:56:52Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/290822pt_BR
dc.description.abstractA primeira década do século XXI abriu espaço para novas dinâmicas na economia política internacional, com o potencial de reorganizar o sistema internacional. Nesse contexto a ascensão do BRICS, tornou-se um objeto de estudo incontornável para entender as tendências contemporâneas do cenário internacional. Porém, embora muitas vezes se espere que o Brasil utilize o arranjo como ferramenta de autonomia e de outras formas de estratégia assertiva dentro do bloco, essa postura não necessariamente se manifesta na prática. Diante disso, a pergunta que orienta a pesquisa é a seguinte: como se deu a participação brasileira no concerto, se houve ou quais foram as estratégias do país em sua atuação, pela perspectiva de diplomacia econômica sistêmica? O objetivo geral da pesquisa, assim, é investigar como se deu a atuação do Brasil para com o BRICS, nos parâmetros de Armijo e Katada (2015), que se referem a diplomacia econômica sistêmica de países em desenvolvimento. Será utilizado o recorte temporal do período da alcunha do acrônimo (2001) até a transição de governos, com a eleição de Jair Messias Bolsonaro (2019), que marca um período de afastamento político do Estado em relação ao bloco. Em temos específicos, busca-se (i) analisar a criação e declarações do bloco no seu contexto internacional; (ii) traçar um histórico de política externa do Brasil, no que tange a diplomacia econômica e ao bloco; (iii) investigar pela perspectiva teórica se houve estratégia para a atuação do Brasil como membro do bloco. Para atingir seus resultados, a pesquisa adota metodologia histórica, que dispõe de pesquisa documental, utilizando-se de documentos oficiais do BRICS e do Estado Brasileiro, e de esforço complementar encontrado na literatura sobre o tema. A pesquisa conduzida neste trabalho sugere que a atuação do Brasil no BRICS esteve alinhada aos interesses estratégicos e à agenda externa brasileira ao longo das últimas décadas, com o Brasil desempenhando um papel ativo em relação ao bloco, porém fatores domésticos interferem na tomada de decisões de política externa. Ressalta-se que o aspecto que parece mais valorizado dentro dos parâmetros de análise, é a capacidade de fortalecer o status internacional do Estado e ampliar sua “voz” no cenário global, estratégias de diplomacia defensiva sistêmica.pt_BR
dc.description.abstractThe first decade of the 21st century opened space for new dynamics in international political economy, with the potential to reorganize the international system. In this context, the rise of the BRICS has become an essential object of study to understand contemporary trends in the international arena. However, although Brazil is often expected to use this arrangement as a tool for autonomy and other forms of assertive strategy within the bloc, this posture does not necessarily manifest in practice. Given this, the research is guided by the question: how has Brazil participated in the concert, if there were, and what were the country’s strategies in its actions, from the perspective of systemic economic statecraft? The general objective of the research, therefore, is to investigate how Brazil's engagement with the BRICS has unfolded, based on the parameters of Armijo and Katada (2015), which refer to systemic economic statecraft of developing countries. The research adopts a time frame from the coining of the acronym (2001) to the transition of governments with the election of Jair Messias Bolsonaro (2019), marking a period of political distancing of Brazil from the bloc. Specifically, the research aims to (i) analyze the formation and declarations of the bloc within its international context; (ii) outline a historical account of Brazil’s foreign policy concerning economic statecraft and the bloc; (iii) investigate from a theoretical perspective whether there was a strategy behind Brazil’s engagement as a member of the bloc. To achieve its results, the research adopts a historical methodology, including the documentary research approach, relying on official documents from the BRICS and the Brazilian state, complemented by existing literature on the subject. The research conducted in this study suggests that Brazil's role in BRICS has been aligned with its strategic interests and foreign agenda over the past decades, with the country playing an active role in relation to the bloc. However, domestic factors interfere with foreign policy decision-making. It is emphasized that the most valued aspect within the parameters of analysis appears to be the ability to strengthen the state's international status and amplify its voice on the global stage, as part of systemic defensive diplomacy strategies.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectBRICS (Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul)pt_BR
dc.subjectEconomic statecraften
dc.subjectPolítica externapt_BR
dc.subjectBrazilian foreign policyen
dc.subjectRelações internacionaispt_BR
dc.subjectIMFSen
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titleO Brasil e o BRICs, 2001 a 2019 : uma abordagem de diplomacia econômicapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001255357pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Ciências Econômicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2024/2pt_BR
dc.degree.graduationRelações Internacionaispt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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