Informações de saúde e uso de medicamentos por pessoas em situação de rua (PSR) vinculadas à Escola Municipal de Ensino Fundamental Porto Alegre, RS
| dc.contributor.advisor | Dal Pizzol, Tatiane da Silva | pt_BR |
| dc.contributor.author | Wink, Júlia Renner | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T06:48:37Z | pt_BR |
| dc.date.issued | 2024 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10183/287900 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Medicamentos são amplamente utilizados pela população, incluindo pessoas em situação de rua (PSR), para tratamento de problemas crônicos ou agudos, com o aconselhamento de profissionais ou não, com prescrição ou por automedicação. O acesso e compreensão do uso de medicamentos nessa população podem ser prejudicados por diversos fatores, como a violação de seus direitos básicos, como educação, saúde e dignidade humana, que ocasionam perda de identidade e de pertencimento à sociedade. Há poucas pesquisas sobre a utilização de medicamentos pela população em situação de rua, o que dificulta o planejamento e execução de ações direcionados a ela. Este trabalho teve como objetivo conhecer a realidade de saúde e uso de medicamentos pelas PSR de Porto Alegre, RS. Através da determinação da prevalência de uso de medicamentos em geral e por automedicação e caracterização da situação de saúde de acordo com as características sociodemográficas. Trata-se de estudo transversal realizado na Escola Municipal de Porto Alegre (EPA), onde foram realizadas entrevistas com a utilização de questionário como instrumento de pesquisa. As características predominantes foram homens (79,6%), heterossexualidade (75,5%), faixa etária de 24 a 40 anos (59,2%), moradia em instalação/acampamento em lugar público (49%) e escolaridade de 5 a 8ª série (61,2%). Aproximadamente metade dos participantes (49%) referiram ter algum problema de saúde mental. A presença de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) foi relatada por 18,4% dos participantes e entre outras doenças crônicas relatadas, a diabetes foi a mais frequente (37,5%), seguida de hipertensão (31,3%). Vinte e quatro participantes (49,0%) usam medicamentos de forma contínua. E quando questionados sobre automedicação nos 15 dias anteriores à entrevista, 19 (38,8%) afirmaram ter se automedicado. É possível concluir que entre os estudantes da EPA há diversos problemas de saúde, com frequente prática da automedicação. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Medication is widely used by the population, including people experiencing homelessness, for the treatment of chronic or acute issues, with or without the advice of professionals, whether through prescription or self-medication. Access to and understanding of medication usage within this population can be hindered by various factors, such as the violation of their basic rights, including education, health, and human dignity, which result in loss of identity and belonging in society. There is limited research on medication use among the homeless population, making it challenging to plan and implement targeted actions for them. This study aimed to understand the health reality and medication use among people experiencing homelessness in Porto Alegre, RS. It determined the prevalence of medication use in general and through self-medication and characterized the health situation according to sociodemographic characteristics. This was a cross-sectional study conducted at the Municipal School of Porto Alegre (EPA), where interviews were conducted using a questionnaire as a research instrument. The predominant characteristics were male gender (79.6%), heterosexuality (75.5%), age range of 24 to 40 years (59.2%), living in public installations/camps (49%), and education level ranging from 5th to 8th grade (61.2%). Approximately half of the participants (49%) reported having some mental health problem. The presence of Sexually Transmitted Infections (STIs) was reported by 18.4% of participants, and among other reported chronic diseases, diabetes was the most frequent (37.5%), followed by hypertension (31.3%). Twenty-four participants (49.0%) used medication continuously. When asked about self-medication in the 15 days prior to the interview, 19 (38.8%) admitted to self-medicating. It can be concluded that among EPA students, there are various health problems, with frequent self-medication practices. | en |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Open Access | en |
| dc.subject | Pessoas mal alojadas | pt_BR |
| dc.subject | Homeless person | en |
| dc.subject | Uso de medicamentos | pt_BR |
| dc.subject | Self-medication | en |
| dc.subject | Perfil de saúde | pt_BR |
| dc.subject | Drug utilization | en |
| dc.subject | Health profile | en |
| dc.title | Informações de saúde e uso de medicamentos por pessoas em situação de rua (PSR) vinculadas à Escola Municipal de Ensino Fundamental Porto Alegre, RS | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co | Spalding, Silvia Maria | pt_BR |
| dc.identifier.nrb | 001207999 | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Rio Grande do Sul | pt_BR |
| dc.degree.department | Faculdade de Farmácia | pt_BR |
| dc.degree.local | Porto Alegre, BR-RS | pt_BR |
| dc.degree.date | 2024 | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Farmácia | pt_BR |
| dc.degree.level | graduação | pt_BR |
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