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dc.contributor.advisorLenzi, Tathiane Larissapt_BR
dc.contributor.authorRhoden, Fernanda Ramospt_BR
dc.date.accessioned2025-02-01T06:57:26Zpt_BR
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/284578pt_BR
dc.description.abstractO objetivo deste estudo foi avaliar o uso autorelatado de mídias sociais, as percepções sobre o termo e-profissionalismo e o comportamento e atitudes on-line de alunos de graduação em Odontologia frente a situações envolvendo o atendimento de pacientes infantis. Para isso, um estudo transversal por meio da aplicação de um questionário com 16 questões foi realizado. A amostra de conveniência incluiu alunos de graduação do quarto e quinto ano que já tivessem cursado Odontopediatria de duas faculdades de Odontologia do sul do Brasil (UFRGS e CESUCA). O questionário foi aplicado entre setembro e novembro de 2023. Os dados coletados foram analisados descritivamente. Um total de 104 alunos foram incluídos no estudo, sendo 80,8% do gênero feminino, 18,3% do gênero masculino e 0,9% de gênero não-binário. A média de idade dos participantes foi de 28,3 anos (± 8,2 anos). Todos os participantes relataram utilizar redes sociais. Instagram foi indicada como a rede social mais utilizada (98%). Uma parcela significativa de estudantes (35,6%) se declarou como usuário de alto consumo das redes sociais. A maioria dos respondentes relatou ter sido encontrado por algum paciente nas redes sociais (62,5%), mas a minoria deles (44,2%) relatou ter aceitado convite (s) de pacientes para serem “amigos” virtuais. Um grande número de estudantes (81,7%) relatou não saber ou não ter sido informado sobre e- profissionalismo. A maioria dos respondentes relatou já ter compartilhado fotos ou vídeos antes ou depois de um tratamento infantil (69,2%), incluindo imagens de pacientes em suas redes sociais (66,3%). Quase metade da amostra (43,3%) declarou não solicitar o termo de consentimento dos pais ou responsáveis e do paciente para o compartilhamento de imagens nas redes sociais. Uma menor frequência relatou postar fotos ou vídeos (34,6%) e detalhes de casos clínicos (25%) nas redes sociais. Em conclusão, o e-profissionalismo ainda é pouco conhecido entre os estudantes de graduação em Odontologia e usuários de mídias sociais. Entretanto, a maioria dos estudantes demonstra não compartilhar em redes sociais informações clínicas relacionadas ao atendimento de pacientes infantis.pt_BR
dc.description.abstractThe aim of this study was to evaluate the self-reported use of social media, perceptions about the term e-professionalism and the online behavior and attitudes of undergraduate dental students when faced with situations involving the care of child patients. For this, a cross-sectional study based on a questionnaire with 16 questions was carried out. The convenience sample included fourth and fifth year undergraduate students who had already coursed Pediatric Dentistry at two Dentistry schools in southern Brazil (UFRGS and CESUCA). The questionnaire was administered between September and November 2023. The data collected were analyzed descriptively. A total of 104 students were included in the study, being 80.8% female, 18.3% male and 0.9% non-binary. The mean age of the participants was 28.3 years (± 8.2 years). All participants reported using social networks. Instagram was indicated as the most used social network (98%). A significant portion of students (35.6%) declared themselves to be high user of social medias. Most respondents reported having been found by a patient on social media (62.5%), but their minority (44.2%) reported had accepted invitation(s) from patients to be virtual “friends”. A large number of students (81.7%) reported not knowing or not having been informed about e-professionalism. Most respondents reported have already shared photos or videos before or after a child’ treatment (69.2%), including images of patients on their social media (66.3%). Almost half of the sample (43.3%) declared that they did not request consent from parents or guardians and the patient to share images on social media. A lower frequency reported posting photos or videos (34.6%) and details of clinical cases (25%) on social medias. In conclusion, e- professionalism is still little known among undergraduate dental students and social media users. However, the majority of students do not share clinical information related to the care of child patients on social medias.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEducação em odontologiapt_BR
dc.subjectDental educationen
dc.subjectSocial mediaen
dc.subjectMídias sociaispt_BR
dc.subjectTecnologia educacionalpt_BR
dc.subjectEducational technologyen
dc.subjectOdontopediatriapt_BR
dc.subjectPediatric dentistryen
dc.titleE-profissionalismo de alunos de graduação em odontologia frente ao atendimento de pacientes infantispt_BR
dc.title.alternativeE-professionalism of undergraduate dental students when dealing with child patients en
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coCavalheiro, Cleber Paradzinskipt_BR
dc.identifier.nrb001209429pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Odontologiapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2024pt_BR
dc.degree.graduationOdontologiapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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