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dc.contributor.authorReyes, Paulo Edison Belopt_BR
dc.contributor.authorBraga, Andrea da Costapt_BR
dc.date.accessioned2023-08-03T03:35:03Zpt_BR
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.issn2526-7310pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/263161pt_BR
dc.description.abstractEste ensaio se inscreve num viés analítico que entende a cidade pelos seus movimentos corpóreos, que a adentram e a transformam desde seu viver e de suas vivências até a sua escritura. São táticas mais do que estratégias que entendemos ser os operadores da experiência da cidade. O objetivo posto neste texto é produzir uma espécie de cartografia histórica que recupera alguns dos principais pensadores ao longo do século XX que compreendiam a cidade a partir de experiências corporais. Iniciamos com a figura do flâneur de Charles Baudelaire que inspira Walter Benjamin nas descrições de Paris e que aqui se anuncia como “corpos agregados”; passamos aos “corpos lentos”, nomenclatura definida para expressar a apreensão do espaço operada pela teoria em Michel de Certeau; entramos com os “corpos suspensos” denotados na teoria dos não-lugares de Marc Augé; e por fim, adentramos pela filosofia da diferença, para introduzirmos os “corpos rizomáticos” deleuzianos.pt_BR
dc.description.abstractThis essay is part of an analytical bias that understands the city through its corporeal movements that form part and transform it from its experiences to its writing. These are tactics more than strategies that we understand that are the operators in experiencing the city. Our goal in this paper is to produce a certain historical cartography through recovering some of the the main 20th century philosophical insights of thinkers who understood the city from corporeal experiences. Starting from the “aggregate bodies” applied from Charles Baudelaire´s flanêur figure, which inspired Walter Benjamin descriptions of Paris to move forward towards the “slow bodies” in order to synthetize Michel de Certeau’s apprehension of space theory; then introduce the “suspended bodies” depicted from Marc Augé’s theory of non-places to finally reach the “rhizomatic bodies” depicted from Deleuze´s philosophy of difference.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofPixo: revista de arquitetura, cidade e contemporaneidade. Pelotas. Vol. 7, n.25 (2023), p. 100-111pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectCidadespt_BR
dc.subjectCityen
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectBodyen
dc.subjectEstéticapt_BR
dc.subjectPhilosophyen
dc.subjectAestheticsen
dc.subjectCorpopt_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.subjectPoliticsen
dc.titleO território como ato : corpo na escrita da cidadept_BR
dc.title.alternativeThe territory as action : the body in the writing of the cityen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001173611pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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