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dc.contributor.advisorHeldt, Elizeth Paz da Silvapt_BR
dc.contributor.authorSantos, Paula Flores dospt_BR
dc.date.accessioned2022-02-01T04:27:54Zpt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/234621pt_BR
dc.description.abstractO bullying é uma forma de comportamento agressivo, usualmente maldosa, deliberada e persistente. É considerado uma forma de violência e um problema de saúde pública. Na adolescência, observam-se dificuldades de aprendizagem e trocas de escolas, transtorno de conduta, depressão, ansiedade e abuso de substâncias. No entanto, estudos que avaliem traços de temperamento como a insensibilidade, a afetividade restrita, a indiferença e a irritabilidade com os tipos de comportamento de bullying em ambiente escolar ainda são escassos. Pesquisar a temática proposta apresenta relevância científica e social, sobretudo, para preencher lacunas de conhecimento, contribuindo para elaboração de estratégias preventivas, integrando a área de saúde e de educação. Os objetivos do estudo foram verificar a associação entre bullying e traços de temperamento de insensibilidade afetividade restrita em adolescentes de escolas públicas e analisar a relação entre as características demográficas com traços de temperamento e comportamento de bullying. Trata-se de um estudo transversal que incluiu alunos do 8º e 9º ano do ensino fundamental de três escolas públicas do município de Porto Alegre. Os dados foram coletados em sala de aula, na presença da pesquisadora. O comportamento de bullying foi avaliado por meio do Questionário de Bullying (QB) – versão agressor e versão vítima e os traços de temperamento com o Inventário de insensibilidade e afetividade restrita (ICU). A irritabilidade foi avaliada com o Índice de Reatividade Afetiva – versão criança (ARI-C). O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Prefeitura Municipal de Porto Alegre (CAEE 19651113.5.0000.5338). Os pais ou responsáveis assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), autorizando a participação dos filhos no estudo e os alunos assinaram um termo de assentimento. Um total de 351 alunos foi incluído, sendo 187(53,3%) meninos, com média de idade (desvio padrão) de 14,7 (DP=1,14) anos. Em relação às características de sexo e idade e a associação com o temperamento e comportamento de bullying, foi encontrado que as meninas apresentam maior irritabilidade e os meninos têm significativamente maior afetividade restrita e comportamento como agressor. O tipo categorizado como vítimaagressor foi o comportamento mais prevalente, identificado em 174(49,6%) adolescentes e apresentaram maior irritabilidade e traços significativamente mais marcantes de insensibilidade e indiferença comparados aos demais tipos. Não houve associação significativa com o traço de afetividade restrita e os tipos de bullying. Os resultados apontam que traços de temperamento têm associação, sobretudo, com o tipo vítima-agressor. O conhecimento dessa interação pode contribuir para a elaboração e a implementação de estratégias para prevenção do bullying.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectBullyingpt_BR
dc.subjectTraços de personalidadept_BR
dc.subjectIrritabilidadept_BR
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.titleComportamento de bullying e traços de temperamento em adolescentespt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001104678pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Enfermagempt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2019pt_BR
dc.degree.graduationEnfermagempt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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