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dc.contributor.advisorPinto, Celi Regina Jardimpt_BR
dc.contributor.authorOliveira, Augusta da Silveira dept_BR
dc.date.accessioned2020-09-15T04:04:16Zpt_BR
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/213528pt_BR
dc.description.abstractEsse trabalho se insere na área de História LGBTQI+ e busca contribuir para sua expansão através de duas proposições: a primeira é analisar o Jornal do Nuances, publicado desde 1998 pelo Nuances - Grupo pela Livre Expressão Sexual. Utilizando como fonte os 28 números disponíveis para consulta no acervo online do Núcleo de Pesquisa em História da UFRGS, buscou-se compreender de que forma o discurso nuanceiro tratava da visibilidade da comunidade LGBTQI+. A Parada Livre de Porto Alegre e sua cobertura no jornal foi o evento escolhido como representativo da mobilização que aventa uma visibilidade transgressora, de forma a questionar a moral conservadora da sociedade. Em um segundo momento, em contraposição/complemento à visibilidade, discutiu-se o anonimato como estratégia. Para isso, a trajetória de A.G., uma mulher trans que não deseja ser marcada por essa identidade, serviu como ponto de partida para uma exposição teórica que retoma os conceitos de reconhecimento e paridade participativa como propostos por Nancy Fraser. Com isso, consideramos que quando as demandas de reconhecimento não são atendidas, a visibilidade pode ser nociva para os sujeitos. Nesse sentido, o anonimato pode ser uma estratégia de vida vivível, como propõe Judith Butler.pt_BR
dc.description.abstractThis work seeks to contribute to the queer history field through two major propositions: the first is to analyze Jornal do Nuances, alternative media published since 1998 by Nuances - Group for Free Sexual Expression. Using the 28 numbers available for consultation at the online collection of Núcleo de Pesquisa História-UFRGS as primary source, we sought to understand how the Nuances addressed the question of visibility of the LGBTQI+ community. The Porto Alegre Pride Parade and its coverage in the periodical was the event chosen as representative of the mobilization that advances a transgressive visibility in order to question society's conservative morality. In a second part, to complement/oppose to visibility, anonymity was discussed as a strategy. For this, the trajectory of A.G., a trans woman who does not wish to be marked by this identity, served as a starting point for a theoretical argument that takes up the concepts of recognition and parity of participation as proposed by Nancy Fraser. Thus, we consider that when recognition demands are not met, visibility can be harmful to the subjects. In this sense, anonymity can be a strategy for livable lives, as proposed by Judith Butler.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectMinorias sexuaispt_BR
dc.subjectLGBTQ+ historyen
dc.subjectQueer pressen
dc.subjectTeoria queerpt_BR
dc.subjectMovimento LGBTpt_BR
dc.subjectVisibilityen
dc.subjectRecognitionen
dc.subjectParadas do orgulho gaypt_BR
dc.subjectTransexualidadept_BR
dc.titleVisibilidade e anonimato LGBTQI+ : das páginas do Jornal do Nuances para possibilidades de vidas vivíveispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001117956pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2019pt_BR
dc.degree.graduationHistória: Bachareladopt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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